Depois da ampliação a usina mato-grossense poderá fabricar até 36 milhões de litros de biodiesel por ano
A Cooperfeliz não está mais na lanterna do ranking dos fabricantes de biodiesel do país. A usina localizada na cidade de Feliz Natal (MT) acaba de receber da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) uma nova autorização de operação que multiplica por 10 sua capacidade instalada que, até ontem, era de 3,6 milhões de litros anuais.
Apesar do salto, a Cooperfeliz continuará sendo um player bastante modesto: a nova capacidade da usina é de 36 milhões de litros o que faz dela apenas a 43ª maior usina do país. Ela dividirá a posição com a Caibiense e a inativa Tauá.
A Cooperfeliz não está mais na lanterna do ranking dos fabricantes de biodiesel do país. A usina localizada na cidade de Feliz Natal (MT) acaba de receber da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) uma nova autorização de operação que multiplica por 10 sua capacidade instalada que, até ontem, era de 3,6 milhões de litros anuais.
Apesar do salto, a Cooperfeliz continuará sendo um player bastante modesto: a nova capacidade da usina é de 36 milhões de litros o que faz dela apenas a 43ª maior usina do país. Ela dividirá a posição com a Caibiense e a inativa Tauá.
Novo posicionamento?
A Cooperfeliz não tem sido uma das empresas mais consistentes do setor de biodiesel. A planta fez sua estreia no mercado ainda em dezembro de 2007 com capacidade produtiva de 3,6 milhões de litros por ano e se manteve ativa só até janeiro de 2009 quando perdeu autorização para funcionar. Em dezembro daquele ano ela retornou ao mercado, mas com capacidade reduzida para 2,4 milhões de litros por ano.
Entre 2014 e 2015, ela ficou inativa embora tenha mantido sua capacidade operacional. Quando voltou à produção biodiesel em 2016, a Cooperfeliz também passou por uma situação bastante inusitada ao produzir mais biodiesel do que usas autorizações permitiriam.
Só a partir de janeiro de 2017, a usina voltaria a ter a capacidade produtiva original. Em tese, isso faz com que a nova autorização seja a segunda ampliação da Cooperfeliz.
Nos últimos três anos, contudo, a atividade da planta tem ficado bem abaixo de seu potencial máximo. No ano passado, a empresa fabricou biodiesel apenas em janeiro quando reportou a produção de 83,5 mil litros, paralisando a produção depois disso – o ano fechou com um nível de atividade de inferior a 2,3%. Ela segue inativa até agora.
Ainda assim a empresa conquistou o direito ao uso do Selo Combustível Social do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em dezembro emitindo sinais de que ela estava ensaiando a reativação da usina. A ampliação reforça essa sinalização.
Nesse sentido, o adiamento do L72 pode ter sido providencial para a Cooperfeliz. A usina foi habilitada para participar da disputa. Com o adiamento da Etapa 2 ela ganha uma chance de participar já com sua capacidade ampliada.
Uma cópia da nova autorização da Cooperfeliz pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com