Usina mato-grossense é a oitava maior do país em capacidade instalada e poderia faturar até R$ 8,9 milhões no mercado de descarbonização
Uma nova usina de biodiesel está autorizada a começar a emitir Créditos de Descarbonização (CBios): a unidade de Rondonópolis da Cofco teve sua produção certificada. A planta mato-grossense é a 20ª usina de biodiesel autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a participar do mercado de descarbonização criado pela Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio).
No momento, a Cofco é a 8ª maior usina de biodiesel em atividade no país podendo fabricar até 370,8 milhões de litros por ano. A usina passou por uma ampliação há pouco mais de um mês elevando sua capacidade produtiva em aproximadamente um quinto.
Das 10 maiores usinas de biodiesel do país somente duas – a Bianchini e a Delta de Cuiabá – ainda não estão certificadas.
Uma nova usina de biodiesel está autorizada a começar a emitir Créditos de Descarbonização (CBios): a unidade de Rondonópolis da Cofco teve sua produção certificada. A planta mato-grossense é a 20ª usina de biodiesel autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a participar do mercado de descarbonização criado pela Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio).
No momento, a Cofco é a 8ª maior usina de biodiesel em atividade no país podendo fabricar até 370,8 milhões de litros por ano. A usina passou por uma ampliação há pouco mais de um mês elevando sua capacidade produtiva em aproximadamente um quinto.
Das 10 maiores usinas de biodiesel do país somente duas – a Bianchini e a Delta de Cuiabá – ainda não estão certificadas.
Somadas todas as 20 unidades produtivas já incluídas no Renovabio, cerca de 62,5% da capacidade instalada do setor está representado no programa. Elas totalizam dos 6,1 bilhões de litros. No entanto, menos de 2,23 bilhões desse volume – perto de 23% da base produtiva nacional – estão realmente aptos a colocar papeis no mercado de descarbonização
Mais de 5 milhões
A Cofco acrescenta mais 182.4 mil CBios ao setor de biodiesel cujo teto máximo para a emissão desses títulos financeiros sobe para 5,17 milhões de unidades.
Esse teto permitiria que o setor de biodiesel atendesse sozinho a 35,6% da nova meta de descarbonização proposta pelo Ministério de Minas e Energia (MME).
Se considerarmos apenas os volumes de biodiesel que foram fabricados pelas usinas já certificadas no ano passado, o teto de geração de CBios cairiam para menos de 3,6 milhões de litros. Segundo as estimativas do MME – que antecipa que cada CBio terá valor de mercado equivalente a US$ 10,00 –, as usinas de biodiesel teriam acrescentado R$ 175,8 milhões a seu faturamento.
Destes, quase R$ 7 milhões teriam como destino a conta bancária da Cofco.
Melhor
Os números finais da Cofco ficaram melhores do que os que foram apresentados ao mercado quando a empresa apresentou publicamente a documentação de seu processo de certificação.
Em fevereiro, a empresa pleiteava que 26,9% de sua produção fosse considerada elegível para a emissão de CBios e uma Nota de Eficiência Energético Ambiental (NEEA) de 43,4 gCO2eq/MJ. No certificado final a fração subiu para 31,2% e a nota foi a 46,5 gCO2eq/MJ.
A mudança aumentou em quase 55% capacidade de emissão de CBios da usina que foi de 118,3 milhares de CBios para seu valor atual de 182,4 mil CBios.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com