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Biodiesel atinge maior nível de preços em 19 semanas

Valores cobrados pelas usinas acumulou 14,6% de alta nas últimas oito semanas

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Os preços cobrados pelo biodiesel encerraram mais uma semana em alta – a oitava seguida. Da 9ª semana (9S) deste ano até agora – quando o ciclo atual se iniciou –, os valores cobrados pelas usinas acumulam valorização de quase 14,6%. Isso trouxe o metro cúbico do biocombustível para R$ 4.667,73 na média nacional, atingindo o maior patamar para o produto desde a 49S de 2023 e devolvendo toda a baixa que havia sido registrada no ciclo anterior.

Essa última alta mais recente acompanhou bem de perto o aumento no Indexador BiodieselBR. Entre os dias 15 e 21 deste mês, o índice que acompanha as variações dos custos das usinas com matérias-primas se valorizou 1,4%, atingindo R$ 3.975,04 por m³. Apesar desta nova valorização, o índice praticamente não tem saído do lugar nas últimas semanas, o que pode indicar que o processo de alta nos preços do biodiesel pode estar perdendo vigor.

A maior parte da alta de 20,2% acumulada pelo indicador se concentra apenas em duas semanas – 10S e 11S – no restante do tempo, o indicador vem variando sem uma direção claramente definida.

Os preços cobrados pelo biodiesel encerraram mais uma semana em alta – a oitava seguida. Da 9ª semana (9S) deste ano até agora – quando o ciclo atual se iniciou –, os valores cobrados pelas usinas acumulam valorização de quase 14,6%. Isso trouxe o metro cúbico do biocombustível para R$ 4.667,73 na média nacional, atingindo o maior patamar para o produto desde a 49S de 2023 e devolvendo toda a baixa que havia sido registrada no ciclo anterior.

Essa última alta mais recente acompanhou bem de perto o aumento no Indexador BiodieselBR. Entre os dias 15 e 21 deste mês, o índice que acompanha as variações dos custos das usinas com matérias-primas se valorizou 1,4%, atingindo R$ 3.975,04 por m³. Apesar desta nova valorização, o índice praticamente não tem saído do lugar nas últimas semanas, o que pode indicar que o processo de alta nos preços do biodiesel pode estar perdendo vigor.

A maior parte da alta de 20,2% acumulada pelo indicador se concentra apenas em duas semanas – 10S e 11S – no restante do tempo, o indicador vem variando sem uma direção claramente definida.

Nessa última semana, a margem do biodiesel sobre o custo das matérias-primas se alargou para R$ 692,69 por cada m³. Esse é maior spread entre os custos de matérias-primas e o do biodiesel desde os R$ 770,92 da 9S.

A distância entre o preço do biodiesel e do óleo diesel B se alargou para 20,5%.

Descasamento

Embora o movimento predominante tenha sido de alta; com aumentos robustos no Centro-Oeste (2%), Norte (1,9%) e Sul (1,7%), o mercado caminhou de forma bem diversa nas regiões Nordeste (0,1%) e, principalmente, no Sudeste (-0,2%).

Esse descompasso entre os mercados regionais fez com que o Sudeste tivesse o melhor preço nesta semana com R$ 4.571,70 por m³, encerrando 13 semanas seguidas de domínio da Região Sul como piso do mercado nacional.

Já o teto continua no Nordeste com R$ 4.961,28 o m³. Isso manteve uma sequência ininterrupta pelas últimas 53 semanas. O grau de dispersão do mercado nacional foi de 8,5%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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