Os preços pagos pela da glicerina brasileira no mercado internacional não param de cair. No caso da glicerina bruta que, no ano passado, correspondeu a praticamente 81% do volume exportado pelo Brasil – 304 mil toneladas – as cotações do principal coproduto do biodiesel fecharam fevereiro em US$ 144 por toneladas, queda de 8,4% em relação ao valor de janeiro.
Os preços pagos pela da glicerina brasileira no mercado internacional não param de cair. No caso da glicerina bruta que, no ano passado, correspondeu a praticamente 81% do volume exportado pelo Brasil – 304 mil toneladas – as cotações do principal coproduto do biodiesel fecharam fevereiro em US$ 144 por toneladas, queda de 8,4% em relação ao valor de janeiro.
As cotações já vêm caindo de forma praticamente continua (com exceção de uma alta em novembro) desde maio do ano passado. Desde que a atual tendência de quedas se consolidou, o coproduto já perdeu cerca de 44% de seu valor.
A última vez em que os preços estiveram tão baixos foi em janeiro de 2010 – época em que os preços foram derrubados pela adoção do B5 – quando a tonelada da glicerina bruta chegou a ser negociada a US$ 123,77, em média.
No caso do produto refinado, a queda do preço entre fevereiro e janeiro foi bem mais acentuada. Apenas, 1,7% de queda com um valor médio de US$ 414,52 por tonelada.
Contudo, os ganhos da glicerina de maior valor agregado também estão caindo. Em junho passado, a tonelada era negociada, em média, a US$ 511,78. A desvalorização já chega a 19%.
Volumes
No total, as exportações em fevereiro somaram 22,2 mil toneladas um crescimento de 1,8% sobre o mês anterior. Contudo, na comparação com fevereiro de 2015, houve uma queda de 21,5% no volume exportado.
Derrubado pelas quedas nas cotações, os ganhos com o negócio também minguaram. As exportações ficaram abaixo de US$ 4,2 milhões. Destes, US$ 2,7 milhões vieram das vendas de glicerol bruto e US$ 1,5 milhão graças às vendas de glicerol destilado.
O principal destino da glicerina brasileira foi a China que absorveu 13,5 mil toneladas do produto – 100% desse volume é glicerol bruto. O preço pago pelos chineses, no entanto, foi de apenas US$ 139 por tonelada.
Já o maior comprador de glicerina refinada do pais foi a Rússia que adquiriu 1,8 mil toneladas da substância pagando, em média, US$ 401 por tonelada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os preços pagos pela da glicerina brasileira no mercado internacional não param de cair. No caso da glicerina bruta que, no ano passado, correspondeu a praticamente 81% do volume exportado pelo Brasil – 304 mil toneladas – as cotações do principal coproduto do biodiesel fecharam fevereiro em US$ 144 por toneladas, queda de 8,4% em relação ao valor de janeiro.
As cotações já vêm caindo de forma praticamente continua (com exceção de uma alta em novembro) desde maio do ano passado. Desde que a atual tendência de quedas se consolidou, o coproduto já perdeu cerca de 44% de seu valor.
A última vez em que os preços estiveram tão baixos foi em janeiro de 2010 – época em que os preços foram derrubados pela adoção do B5 – quando a tonelada da glicerina bruta chegou a ser negociada a US$ 123,77, em média.
No caso do produto refinado, a queda do preço entre fevereiro e janeiro foi bem mais acentuada. Apenas, 1,7% de queda com um valor médio de US$ 414,52 por tonelada.
Contudo, os ganhos da glicerina de maior valor agregado também estão caindo. Em junho passado, a tonelada era negociada, em média, a US$ 511,78. A desvalorização já chega a 19%.
Volumes
No total, as exportações em fevereiro somaram 22,2 mil toneladas um crescimento de 1,8% sobre o mês anterior. Contudo, na comparação com fevereiro de 2015, houve uma queda de 21,5% no volume exportado.
Derrubado pelas quedas nas cotações, os ganhos com o negócio também minguaram. As exportações ficaram abaixo de US$ 4,2 milhões. Destes, US$ 2,7 milhões vieram das vendas de glicerol bruto e US$ 1,5 milhão graças às vendas de glicerol destilado.
O principal destino da glicerina brasileira foi a China que absorveu 13,5 mil toneladas do produto – 100% desse volume é glicerol bruto. O preço pago pelos chineses, no entanto, foi de apenas US$ 139 por tonelada.
Já o maior comprador de glicerina refinada do pais foi a Rússia que adquiriu 1,8 mil toneladas da substância pagando, em média, US$ 401 por tonelada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com