As exportações brasileiras de glicerina apresentaram uma pequena retração de 2,1% no mês de março em relação ao volume registrado em fevereiro.
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As exportações brasileiras de glicerina apresentaram uma pequena retração de 2,1% no mês de março em relação ao volume registrado em fevereiro. Considerando tanto as vendas de glicerol bruto quanto de glicerina refinada, 27,7 mil toneladas foram embarcadas para fora país.
As exportações brasileiras de glicerina apresentaram uma pequena retração de 2,1% no mês de março em relação ao volume registrado no mês de fevereiro. Considerando tanto as vendas de glicerol bruto quanto de glicerina refinada, 27,7 mil toneladas foram embarcadas para fora país.
Apesar dessa diminuição em termos de volume, esse total rendeu aos exportadores brasileiros um total de US$ 7,2 milhões – alta de 20,7% sobre o faturamento do mês anterior.
A queda no volume é resultado de uma diminuição nos embarques de glicerina bruta que teve vendas de 22,5 mil toneladas – redução de mais de mil toneladas em relação ao mês de fevereiro. Contudo, o faturamento com a venda do coproduto cresceu 24,5% chegando a US$ 5,1 milhões em março.
Isso se deve a uma recuperação substancial no valor pago pela tonelada do produto. Em março, o mercado pagou, em média, US$ 226,01 pela tonelada da glicerina bruta – cerca de 29,6% sobre a cotação de fevereiro.
Essa foi a segunda alta seguida nas cotações da glicerina bruta o que parece colocar um ponto final – ao menos uma pausa – num processo de derretimento dos preços que já durava desde outubro de 2013.
Recorde
Além da melhoria nas condições de mercado para o produto de valor agregado menor, as exportações de glicerina refinada que tiveram seu melhor resultado mensal da história do Brasil.
Em março, as vendas externas chegaram a 5,2 mil toneladas ao valor de US$ 2,1 milhões – alta de 7% do volume exportado e 12,7% no valor em relação ao mês anterior. Com isso, a fatia do produto de maior valor agregado no total das exportações foi de 18,7%.
Do lado das importações, entraram no Brasil 1,5 mil toneladas o que garante ao país o status de exportador líquido com um saldo de 3,7 mil toneladas.
Considerado todo balanço de importações e exportações, o Brasil ficou no azul com um saldo positivo 26,2 mil toneladas e US$ 5,9 milhões.