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Exportação de glicerina tem recorde de faturamento em maio

Em maio, as exportações brasileiras de glicerina tivera seu melhor mês em termos de faturamento num histórico que vem desde janeiro de 1997.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
No mês passado, as exportações brasileiras de glicerina ultrapassaram a marca dos US4 9,2 milhões segundo dados recém-divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Esse é o maior rendimento mensal num histórico que já vem desde janeiro de 1997.

No mês passado, as exportações brasileiras de glicerina ultrapassaram a marca dos US4 9,2 milhões segundo dados recém-divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Esse é o maior rendimento mensal num histórico que já vem desde janeiro de 1997.

Já o volume embarcado foi de 30,4 mil toneladas. Um resultado que, se não chega a ser recorde, também não faz nada feio. Nesses 21 anos de histórico, a marca só é superada por setembro e abril de 2015 – meses onde foram exportados 30,9 e 31,5 milhares de toneladas, respectivamente. Esse é, de longe, o melhor resultado para exportação do principal coproduto do biodiesel em 20 meses.

Entre os meses de abril e maio, o mercado experimentou um verdadeiro salto. Foram 53,3% na demanda pelo biodiesel brasileiro o que representou um avanço de 58% no faturamento.

No ano, as exportações totalizaram 106,9 mil toneladas e US$ 29,4 milhões.

Segmentos

No segmento da glicerina bruta o salto foi um pouco menos exuberante. O mês fechou com 24 mil toneladas vendidas e US4 5,7 milhões movimentados – 48,7% e 51,2% de crescimento sobre o mês anterior.

As cotações do produto de menor valor agregado se mantiveram em sua trajetória de lenta, mas consistente melhoria. A tonelada da glicerina bruta foi negociada a US$ 236,78. Esse é o maior valor em praticamente 24 meses.

Foi a nova alta consecutiva na cotação média do produto exportado pelas usinas brasileiras. Desde que os preços passaram a se recuperar a partir de agosto passado, as cotações já subiram 64%.

A glicerina destilada deu um salto ainda mais significativo e atingiram 6,4 mil toneladas em volume embarcado e US$ 3,5 milhões em faturamento. Crescimentos de 73,7% e 70,3% em relação a abril.

Sua cotação, contudo, foi a única notícia ruim para o mês. A tonelada foi negociada a US$ 556,26. Uma queda de 1,9% em relação a abril.



Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
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