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Exportação de glicerina recua em abril

As exportações brasileiras de glicerina ficaram um pouco menores no mês passado, os embarques do coproduto totalizaram 19,8 mil toneladas 
BiodieselBR.com 3 min de leitura
Depois de uma recuperação substancial em março, as exportações brasileiras de glicerina ficaram menores no mês passado. Os embarques do principal coproduto da indústria de biodiesel no período totalizaram 19,8 mil toneladas – uma contração de 6,5%. Queda também na comparação anual. Em abril do ano passado, as exportações superavam 22,6 mil toneladas.

Depois de uma recuperação substancial em março, as exportações brasileiras de glicerina ficaram menores no mês passado. Os embarques do principal coproduto da indústria de biodiesel no período totalizaram 19,8 mil toneladas – uma contração de 6,5%. Queda também na comparação anual. Em abril do ano passado, as exportações superavam 22,6 mil toneladas.

Mas se o volume andou para trás, o valor exportado deu um passo adiante. O país faturou US$ 5,85 milhões em abril praticamente igualando a performance do mês anterior – US$ 5,81 milhões –, mas batendo em 17,8% o resultado de um ano atrás.

Preços

Isso porque tivemos mais um mês de melhora nos preços médios do produto brasileiro no mercado internacional.



Na glicerina bruta, que corresponde a cerca de 80% do volume exportado pelas usinas brasileiras, a alta foi de 10,1% e chegou a US$ 232,85 por tonelada. Esse já é o oitavo vez de alta nas cotações que voltou ao mesmo patamar em que estava em julho de 2015.

O volume exportado foi de quase 16,2 mil toneladas o que rendeu US$ 3,7 milhões.

Já os preços da glicerina refinada têm tido uma movimentação mais errática no período, embora já esteja em sua terceira alta consecutiva. Em abril, a tonelada do produto foi negociada, em média, por US$ 567,15. A cotação é a maior desde outubro de 2016 quando o produto era comercializado a US$ 573,19.

Com 3,7 mil toneladas embarcadas o faturamento chega perto dos US$ 2,1 milhões.

Destino

A China é o maior comprador da glicerina brasileira é – de longe – a China. O pais asiático importou 13 mil toneladas pelos quais pagou US$ 3,2 milhões.

Acontece que essa liderança vale apenas para o produto bruto que responderam por mais de 12,5 mil toneladas do volume embarcado para a China.

No caso da glicerina destilada, nosso melhor cliente no mês de abril foi a Rússia com 1,2 mil toneladas compradas por US$ 653 mil.

Ao todo, 22 países receberam carregamentos de glicerina brasileira durante abril.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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