Embora o volume exportado não tenha escala comercial, foram feitos embarques para dois países distintos.
Em outubro, o país realizou sua primeira exportação de biodiesel em 2017. O volume enviado não tenha sido expressivo o suficiente – foram 129,3 metros cúbicos – para permitir falar que o Brasil está voltando ao mercado, anda assim, este foi o maior embarque realizado desde agosto de 2014.
Em outubro, o país realizou sua primeira exportação de biodiesel em 2017. O volume enviado não tenha sido expressivo o suficiente – foram 129,3 metros cúbicos – para permitir falar que o Brasil está voltando ao mercado, anda assim, este foi o maior embarque realizado desde agosto de 2014.
Além do volume relativamente elevado, chama a atenção um segundo detalhe: foram feitos não apenas um, mas dois embarques de biodiesel.
Segundo dados disponibilizado pela plataforma de acompanhamento do balanço comercial brasileiro mantida pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, no mês de outubro, saíram do porto de Santos (SP) uma carga de 18,8 m³ com destino ao Peru e outra equivalente a 110,5 m³ rumo à Turquia.
As vendas renderam US$ 117,9 mil ao exportador – US$ 48 mil pagos pelos peruanos e US$ 69,9 mil pelos turcos Convertido pela taxa de câmbio média do periodo, são R$ 386,3 mil.
Nenhum dos dois países havia recebido biodiesel brasileiro antes.
Potencial
Embora ambos recebam relativamente pouca atenção, são mercados com potencial.
O Peru é um importador relevante. No ano passado, o país sul-americano importou 145,5 mil de toneladas de biodiesel da Argentina pelos quais pagou US$ 90,2 milhões. No final de 2016, no entanto, Lima passou a taxar as exportações de biocombustível originárias da Argentina.
Já a Turquia vai implementar uma política de mistura obrigatória a partir do ano que vem. Esse mandato vai ser pequeno de apenas 0,5%. O mercado turco demandou 26,2 bilhões de litros de diesel no ano passado, o que exigiria 130 milhões de litros de biodiesel.
Antes de outubro, o último embarque internacional registrado no histórico oficial aconteceu em dezembro de 2016. Foram 50 litros com destino ao Japão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Em outubro, o país realizou sua primeira exportação de biodiesel em 2017. O volume enviado não tenha sido expressivo o suficiente – foram 129,3 metros cúbicos – para permitir falar que o Brasil está voltando ao mercado, anda assim, este foi o maior embarque realizado desde agosto de 2014.
Além do volume relativamente elevado, chama a atenção um segundo detalhe: foram feitos não apenas um, mas dois embarques de biodiesel.
Segundo dados disponibilizado pela plataforma de acompanhamento do balanço comercial brasileiro mantida pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, no mês de outubro, saíram do porto de Santos (SP) uma carga de 18,8 m³ com destino ao Peru e outra equivalente a 110,5 m³ rumo à Turquia.
As vendas renderam US$ 117,9 mil ao exportador – US$ 48 mil pagos pelos peruanos e US$ 69,9 mil pelos turcos Convertido pela taxa de câmbio média do periodo, são R$ 386,3 mil.
Nenhum dos dois países havia recebido biodiesel brasileiro antes.
Potencial
Embora ambos recebam relativamente pouca atenção, são mercados com potencial.
O Peru é um importador relevante. No ano passado, o país sul-americano importou 145,5 mil de toneladas de biodiesel da Argentina pelos quais pagou US$ 90,2 milhões. No final de 2016, no entanto, Lima passou a taxar as exportações de biocombustível originárias da Argentina.
Já a Turquia vai implementar uma política de mistura obrigatória a partir do ano que vem. Esse mandato vai ser pequeno de apenas 0,5%. O mercado turco demandou 26,2 bilhões de litros de diesel no ano passado, o que exigiria 130 milhões de litros de biodiesel.
Antes de outubro, o último embarque internacional registrado no histórico oficial aconteceu em dezembro de 2016. Foram 50 litros com destino ao Japão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com