Se fosse uma partida de futebol, esse teria sido um gol feito durante os descontos do segundo tempo. A Olfar acaba de receber da ANP a autorização de operação que permitirá recolocar a usina de Porto Real (RJ) no mercado bem a tempo de conseguir participar do Leilão 53. O documento foi publicado hoje (20) no Diário Oficial da União.
Se fosse uma partida de futebol, esse teria sido um gol feito durante os descontos do segundo tempo. A Olfar acaba de receber da ANP a autorização de operação que permitirá recolocar a usina de Porto Real (RJ) no mercado bem a tempo de conseguir participar do Leilão 53. O documento foi publicado hoje (20) no Diário Oficial da União.
Há poucos dias, a empresa havia tentando habilitar a usina fluminense para a disputa, mas teve seu pedido negado pela agência reguladora justamente pela falta dessa autorização. Contudo, a autorização saiu antes do prazo final (dia 23) para que as empresas encaminhem documentação adicional.
Umas poucas semanas atrás, não teria dado certo. No o dia 04 de janeiro, a ANP publicou a Resolução 660/2017 que acabou com a exigência da autorização de comercialização. Sem isso, a Olfar ainda dependeria da publicação deste segundo documento no DOU antes de poder se habilitar para a disputa.
Sem Selo
Um pormenor ainda precisa ser corrigido pela agência reguladora na habilitação desta usina. Na relação de pré-habilitadas ela está listada entre as plantas detentoras do Selo Combustível Social. No entanto, ela não conta com o benefício concedido exclusivamente aos fabricantes de biodiesel que fabricam usando matérias-primas fornecidas pela agricultura familiar.
Não é algo banal. O Selo garante acesso ao Etapa 3 do processo de negociação no qual as distribuidoras compram mais de 80% do volume total de biodiesel adquirem no certame.
Maior
A usina de Porto Real volta ao mercado de biodiesel muito maior do que saiu em maio de 2015. Em outubro, a Olfar iniciou o processo de ampliação que praticamente dobrou a capacidade de produção da fábrica de 88,9 para 162 milhões de litros.
Com isso, a capacidade de oferta que disputará o L53 sobe em 23 milhões de litros.
A usina em questão foi originalmente construída pela Grand Valle que acabou saindo do mercado depois de uma participação curta e atribulada. Em meados de 2015, a usina foi adquirida pela Olfar por uma quantia não especificada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Se fosse uma partida de futebol, esse teria sido um gol feito durante os descontos do segundo tempo. A Olfar acaba de receber da ANP a autorização de operação que permitirá recolocar a usina de Porto Real (RJ) no mercado bem a tempo de conseguir participar do Leilão 53. O documento foi publicado hoje (20) no Diário Oficial da União.
Há poucos dias, a empresa havia tentando habilitar a usina fluminense para a disputa, mas teve seu pedido negado pela agência reguladora justamente pela falta dessa autorização. Contudo, a autorização saiu antes do prazo final (dia 23) para que as empresas encaminhem documentação adicional.
Umas poucas semanas atrás, não teria dado certo. No o dia 04 de janeiro, a ANP publicou a Resolução 660/2017 que acabou com a exigência da autorização de comercialização. Sem isso, a Olfar ainda dependeria da publicação deste segundo documento no DOU antes de poder se habilitar para a disputa.
Sem Selo
Um pormenor ainda precisa ser corrigido pela agência reguladora na habilitação desta usina. Na relação de pré-habilitadas ela está listada entre as plantas detentoras do Selo Combustível Social. No entanto, ela não conta com o benefício concedido exclusivamente aos fabricantes de biodiesel que fabricam usando matérias-primas fornecidas pela agricultura familiar.
Não é algo banal. O Selo garante acesso ao Etapa 3 do processo de negociação no qual as distribuidoras compram mais de 80% do volume total de biodiesel adquirem no certame.
Maior
A usina de Porto Real volta ao mercado de biodiesel muito maior do que saiu em maio de 2015. Em outubro, a Olfar iniciou o processo de ampliação que praticamente dobrou a capacidade de produção da fábrica de 88,9 para 162 milhões de litros.
Com isso, a capacidade de oferta que disputará o L53 sobe em 23 milhões de litros.
A usina em questão foi originalmente construída pela Grand Valle que acabou saindo do mercado depois de uma participação curta e atribulada. Em meados de 2015, a usina foi adquirida pela Olfar por uma quantia não especificada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com