O mercado de biodiesel sofreu uma nova baixa nesta segunda-feira (13). Uma das usinas mais antigas no mercado perdeu sua autorização de operação.
O mercado de biodiesel sofreu uma nova baixa nesta segunda-feira (13). Uma antiga e pequena usina perdeu sua autorização de operação e não poderá mais fabricar biodiesel. A usina paranaense era a lanterninha do ranking brasileiro de fabricantes.
O mercado de biodiesel sofreu uma nova baixa nesta segunda-feira (13). Uma antiga e pequena usina, a Big Frango, perdeu sua autorização de operação e não poderá mais fabricar biodiesel. A usina paranaense era a lanterninha do ranking brasileiro de fabricantes com capacidade de fabricar parcos 2.160 m³ ao ano.
Instalada no município de Rolândia – norte do estado do Paraná a 400 km de Curitiba e 555 km de São Paulo – a usina teve uma trajetória bastante única no mercado de biodiesel. Quando ela passou a fazer parte nominalmente do setor, no começo de 2008, tinha autorização para fabricar até 14,4 milhões de litros anualmente.
Isso até fevereiro de 2011 quando, a usina caminhou na contramão do que as usinas de biodiesel costumam fazer e reduziu o tamanho de sua usina. Foi assim que ela chegou a sua capacidade atual.
De fora
Contudo, ela nunca participou de verdade do mercado. Isso porque, mesmo estando autorizada a operar há mais de 9 anos, a Big Frango nunca deu o passo seguinte e obteve a Autorização de Comercialização que permitiria a venda de sua produção nos leilões da ANP.
Junto com a Tauá, a Barralcool e a SSIL, a Big Frango foi uma das usinas que tiveram suas situações de mercado modificadas depois que a ANP acabou com a obrigatoriedade da Autorização de Comercialização. Não quer dizer que ela poderia entrar no mercado – ela ainda precisaria de um registro junto à Receita Federal para tanto –, mas a mudança a deixou mais perto da porta de entrada.
No começo de 2015, o controle da Big Frango foi adquirido pelo grupo JBS que controla outras duas usinas de biodiesel. Mas isso não mudou em nada a situação da usina paranaense.
Apesar disso, a fábrica funcionava e produzia lotes pequenos de tempos em tempos. O último desses “surtos” foi em junho de 2015, quando produziu 30,1 mil litros de biodiesel.
Desde sua inauguração até hoje, a planta fabricou 516,4 mil litros de biocombustível.
A saída da Big Frango acontece no mesmo dia em que a Olfar conseguiu o aval da Receita Federal para recolocar sua usina de Porto Real (RJ) no mercado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O mercado de biodiesel sofreu uma nova baixa nesta segunda-feira (13). Uma antiga e pequena usina, a Big Frango, perdeu sua autorização de operação e não poderá mais fabricar biodiesel. A usina paranaense era a lanterninha do ranking brasileiro de fabricantes com capacidade de fabricar parcos 2.160 m³ ao ano.
Instalada no município de Rolândia – norte do estado do Paraná a 400 km de Curitiba e 555 km de São Paulo – a usina teve uma trajetória bastante única no mercado de biodiesel. Quando ela passou a fazer parte nominalmente do setor, no começo de 2008, tinha autorização para fabricar até 14,4 milhões de litros anualmente.
Isso até fevereiro de 2011 quando, a usina caminhou na contramão do que as usinas de biodiesel costumam fazer e reduziu o tamanho de sua usina. Foi assim que ela chegou a sua capacidade atual.
De fora
Contudo, ela nunca participou de verdade do mercado. Isso porque, mesmo estando autorizada a operar há mais de 9 anos, a Big Frango nunca deu o passo seguinte e obteve a Autorização de Comercialização que permitiria a venda de sua produção nos leilões da ANP.
Junto com a Tauá, a Barralcool e a SSIL, a Big Frango foi uma das usinas que tiveram suas situações de mercado modificadas depois que a ANP acabou com a obrigatoriedade da Autorização de Comercialização. Não quer dizer que ela poderia entrar no mercado – ela ainda precisaria de um registro junto à Receita Federal para tanto –, mas a mudança a deixou mais perto da porta de entrada.
No começo de 2015, o controle da Big Frango foi adquirido pelo grupo JBS que controla outras duas usinas de biodiesel. Mas isso não mudou em nada a situação da usina paranaense.
Apesar disso, a fábrica funcionava e produzia lotes pequenos de tempos em tempos. O último desses “surtos” foi em junho de 2015, quando produziu 30,1 mil litros de biodiesel.
Desde sua inauguração até hoje, a planta fabricou 516,4 mil litros de biocombustível.
A saída da Big Frango acontece no mesmo dia em que a Olfar conseguiu o aval da Receita Federal para recolocar sua usina de Porto Real (RJ) no mercado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com