Unidade produtiva que pertencente à Unibras havia recebido autorização da ANP no começo de junho
A Unibras vai – finalmente – começar a vender o biodiesel fabricado por sua usina em Santo Antônio do Tauá (PA). A planta recebeu no dia de hoje (17) o Registro Especial de Produtor de Biodiesel. Emitido pela Receita Federal o documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).
O registro é a última barreira burocrática que uma nova unidade produtora de biodiesel precisa vencer antes de entrar no mercado.
No caso da Unibras de Santo Antônio do Tauá, a demora foi considerável. A usina já conta com autorização de operação emitida pela ANP desde o começo de junho. A planta chegou a ser inaugurada em meados de fevereiro passado.
A Unibras vai – finalmente – começar a vender o biodiesel fabricado por sua usina em Santo Antônio do Tauá (PA). A planta recebeu no dia de hoje (17) o Registro Especial de Produtor de Biodiesel. Emitido pela Receita Federal o documento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).
O registro é a última barreira burocrática que uma nova unidade produtora de biodiesel precisa vencer antes de entrar no mercado.
No caso da Unibras de Santo Antônio do Tauá, a demora foi considerável. A usina já conta com autorização de operação emitida pela ANP desde o começo de junho. A planta chegou a ser inaugurada em meados de fevereiro passado.
A planta tem capacidade para fabricar no máximo 90 mil m³ de biodiesel por ano. Isso a coloca na 40ª posição do ranking nacional de fabricantes empatada com a Unibras de Floriano (PI) e a Caibiense de Rondonópolis (MT).
Segunda
Apesar do porte relativamente modesto, a planta será a segunda usina de biodiesel em atividade no Pará.
A primeira delas foi a Vila Nova em Tomé-Açu que completou sua entrada no mercado em maio. Pertencente mesmo grupo empresarial que controla a Oleoplan, a usina tem capacidade anual para colocar até 288 mil m³ de biodiesel no mercado.
Dessa forma, o Pará passa a contar com um parque industrial equivalente a 378 mil m³. No ano passado, o estado consumiu um pouco mais de 2,76 milhões de m³ de diesel o que – pela mistura atual de 10% – demandaria 276 mil m³ de biodiesel puro.
Uma cópia do registro em nome da Unibras de Santo Antônio do Tauá pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com