
A ANP publicou hoje (06) no Diário Oficial da União duas autorizações que terão impacto direto sobre setor de biodiesel.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou hoje (06) duas autorizações com impacto direto sobre setor de biodiesel. A primeira delas permite à Noble comercializar biodiesel, enquanto a segunda marca o retorno da paulista Biocapital ao mercado.
Juntas, essas duas autorizações trazem 360 milhões de litros em capacidade produtiva nova.
Instalada em Rondonópolis (MT), a usina de biodiesel pertencente à trading de origem chinesa Noble terá capacidade produtiva para fabricar até 216 milhões de litros de biodiesel por ano. O bastante para colocá-la na 13ª colocação do ranking brasileiro de fabricantes, empatada com a gaúcha Olfar.
Apesar de se tratar de uma capacidade produtiva bastante respeitável, a Noble encolheu em relação Autorização de Construção. No documento originalmente emitido em 27 de abril do ano passado, a capacidade autorizada era de 248,4 milhões de litros – o que a teria colocado na 7ª posição do ranking. Essa redução na capacidade já constava da Autorização de Operação publicada no final de junho passado.
Considerando apenas ranking estadual do Mato Grosso, a usina substituirá a Fiagril na 3ª posição. Com isso, o estado passa a contar com pouco mais de 1,9 bilhão de litros em capacidade produtiva.
Fica faltando apenas o Registro Especial da Receita Federal para que a usina possa participar dos leilões.
Retorno
Ao mesmo tempo em que a Noble prepara sua chegada, a Biocapital faz um inesperado retorno ao mercado de biodiesel. Em maio do ano passado, a usina paulista teve suas autorizações de operação e comercialização cassadas pela ANP aparentemente por dificuldades relacionadas à qualidade do biodiesel que fabricava.
A empresa acaba de receber autorizações para a modificação e a operação da usina que possui na cidade de Charqueada (SP). No entanto, a nova encarnação da Biocapital é bem mais modesta do que a que saiu há pouco mais de um ano. A autorização atual permite a fabricação de 144 milhões de litros anuais enquanto, antes do fechamento, a capacidade da planta era de 296,4 milhões de litros. Isso representa uma perda de 19 posições no ranking brasileiro. Ela sai da 6ª para a 25ª colocação.
Com o retorno da Biocapital, São Paulo passa a ter 806,6 milhões de litros em capacidade instalada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou hoje (06) duas autorizações com impacto direto sobre setor de biodiesel. A primeira delas permite à Noble comercializar biodiesel, enquanto a segunda marca o retorno da paulista Biocapital ao mercado.
Juntas, essas duas autorizações trazem 360 milhões de litros em capacidade produtiva nova.
Instalada em Rondonópolis (MT), a usina de biodiesel pertencente à trading de origem chinesa Noble terá capacidade produtiva para fabricar até 216 milhões de litros de biodiesel por ano. O bastante para colocá-la na 13ª colocação do ranking brasileiro de fabricantes, empatada com a gaúcha Olfar.
Apesar de se tratar de uma capacidade produtiva bastante respeitável, a Noble encolheu em relação Autorização de Construção. No documento originalmente emitido em 27 de abril do ano passado, a capacidade autorizada era de 248,4 milhões de litros – o que a teria colocado na 7ª posição do ranking. Essa redução na capacidade já constava da Autorização de Operação publicada no final de junho passado.
Considerando apenas ranking estadual do Mato Grosso, a usina substituirá a Fiagril na 3ª posição. Com isso, o estado passa a contar com pouco mais de 1,9 bilhão de litros em capacidade produtiva.
Fica faltando apenas o Registro Especial da Receita Federal para que a usina possa participar dos leilões.
Retorno
Ao mesmo tempo em que a Noble prepara sua chegada, a Biocapital faz um inesperado retorno ao mercado de biodiesel. Em maio do ano passado, a usina paulista teve suas autorizações de operação e comercialização cassadas pela ANP aparentemente por dificuldades relacionadas à qualidade do biodiesel que fabricava.
A empresa acaba de receber autorizações para a modificação e a operação da usina que possui na cidade de Charqueada (SP). No entanto, a nova encarnação da Biocapital é bem mais modesta do que a que saiu há pouco mais de um ano. A autorização atual permite a fabricação de 144 milhões de litros anuais enquanto, antes do fechamento, a capacidade da planta era de 296,4 milhões de litros. Isso representa uma perda de 19 posições no ranking brasileiro. Ela sai da 6ª para a 25ª colocação.
Com o retorno da Biocapital, São Paulo passa a ter 806,6 milhões de litros em capacidade instalada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com