PBio de Candeias, Caramuru de Sorriso e Binatural de Formosa garantem a presença no mercado de carbono até 2026
Outras três usinas de biodiesel renovaram de seus certificados de produção eficiente de biocombustíveis –´o documento que garante aos fabricantes de biocombustíveis do país acesso ao mercado de carbono do RenovaBio. Nos últimos dias, a ANP publicou os novos certificados em nome das plantas de Candeias (BA) da PBio, de Sorriso (MT) da Caramuru e de Formosa (GO) da Binatural.
Juntas, as três usinas têm capacidade para fabricar praticamente 641 mil m³ de biodiesel por ano o que equivale a cerca de 4,6% da base produtiva nacional. No ano passado, elas foram responsáveis por um pouco mais de 5% do volume de biodiesel movimentado pelo mercado brasileiro.
Com as renovações, as três garantem sua presença no mercado de Créditos de Descarbonização (CBios) pelos próximo três anos.
Outras três usinas de biodiesel renovaram de seus certificados de produção eficiente de biocombustíveis –´o documento que garante aos fabricantes de biocombustíveis do país acesso ao mercado de carbono do RenovaBio. Nos últimos dias, a ANP publicou os novos certificados em nome das plantas de Candeias (BA) da PBio, de Sorriso (MT) da Caramuru e de Formosa (GO) da Binatural.
Juntas, as três usinas têm capacidade para fabricar praticamente 641 mil m³ de biodiesel por ano o que equivale a cerca de 4,6% da base produtiva nacional. No ano passado, elas foram responsáveis por um pouco mais de 5% do volume de biodiesel movimentado pelo mercado brasileiro.
Com as renovações, as três garantem sua presença no mercado de Créditos de Descarbonização (CBios) pelos próximo três anos.
Das três, a única que realmente precisava renovar seu certificado era a Binatural de Formosa cujo certificado mais recente venceu em fevereiro passado. A Caramuru só precisava renovar sua documentação em maio do próximo ano e a PBio poderia esperar até março de 2025.
CBios a menos
Todas as três fabricantes poderão emitir menos CBios do que podiam antes. No total, elas poderão colocar até 416,2 mil CBios no mercado por ano – cerca de 36,1 mil a menos do que o autorizado pelas certificações anteriores.
A maior perda coube à unidade da PBio. A capacidade máxima de emissão de títulos da usina baiana foi 186 mil CBios para 161,7 na nova certificação. O motivo foi uma diminuição no percentual da produção da usina que poderá ser contabilizado para a emissão de CBios que foi de 23,8% para 20,7%.
Algo parecido se deu com a Binatural que teve sua fração elegível reduzida de 41,6% para 27,5%. Apesar do corte a ampliação do porte da usina que foi completada em outubro passado ajudou a compensar – ao menos parcialmente – a redução no percentual.
Com isso, a capacidade de emissão de CBios da planta goiana caiu módicos 5% e ficou em 172,6 mil por ano.
Sem uma ampliação que a ajudasse, a Caramuru de Sorriso pôde contar com uma melhora em sua nota de eficiência que subiu de 45,3 e subiu para 52,9 gCO2eq/MJ para mitigar os feitos da redução na fração elegível de 55,9% para 45,5%.
A planta poderá emitir até 81,9 mil CBios por ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com