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Brejeiro abre consulta para certificação no RenovaBio

Instalada no interior de São Paulo, usina de biodiesel poderia emitir até 50,3 mil CBios por ano

BiodieselBR.com 4 min de leitura

A semana passada não foi teve apenas notícias ruins para a Brejeiro. Embora tenha ficado de fora do Leilão 82 por culpa de uma certidão vencida, o processo de certificação da usina paulista no RenovaBio finalmente atingiu a etapa de consulta pública – um dos últimos passos antes de passar a ter direito a começar a emitir Créditos de Descarbonização (CBios). Os números foram colocados no ar pela Green Domus, a firma inspetora responsável por acompanhar a certificação, nesta última sexta-feira (01).

Instalada no município de Orlândia (SP), a usina da Brejeiro tem porte relativamente modesto para os padrões do setor. Ela tem capacidade para fabricar até 132,1 mil m³ de biodiesel por ano o que faz dela apenas a 32ª maior do país – embora seja a 2ª maior de São Paulo perdendo apenas para os 201,6 mil m³ da JBS de Lins.

Sua estreia no mercado de biodiesel aconteceu em agosto de 2011, mas ela manteve uma produção relativamente irregular pelo menos até 2013. No ano passado, ela foi a responsável pela produção de um pouco mais de 64,8 mil m³ de biodiesel. Esse montante equivale quase exatamente a 1% do total fabricado pelo setor como um todo.

A semana passada não foi teve apenas notícias ruins para a Brejeiro. Embora tenha ficado de fora do Leilão 82 por culpa de uma certidão vencida, o processo de certificação da usina paulista no RenovaBio finalmente atingiu a etapa de consulta pública – um dos últimos passos antes de passar a ter direito a começar a emitir Créditos de Descarbonização (CBios). Os números foram colocados no ar pela Green Domus, a firma inspetora responsável por acompanhar a certificação, nesta última sexta-feira (01).

Instalada no município de Orlândia (SP), a usina da Brejeiro tem porte relativamente modesto para os padrões do setor. Ela tem capacidade para fabricar até 132,1 mil m³ de biodiesel por ano o que faz dela apenas a 32ª maior do país – embora seja a 2ª maior de São Paulo perdendo apenas para os 201,6 mil m³ da JBS de Lins.

Sua estreia no mercado de biodiesel aconteceu em agosto de 2011, mas ela manteve uma produção relativamente irregular pelo menos até 2013. No ano passado, ela foi a responsável pela produção de um pouco mais de 64,8 mil m³ de biodiesel. Esse montante equivale quase exatamente a 1% do total fabricado pelo setor como um todo.

Modesta

Pelos números apresentados, a participação da Brejeiro no RenovaBio também será relativamente modesta. A usina está certificando aproximadamente um quarto de sua produção – 24,8% – e tem uma nota baixa para os padrões do setor. Sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) será de 46,3 gCO2eq/MJ.

Das 28 usinas que já estão plenamente certificadas, só cinco – Camera, Bianchini, ADM de Rondonópolis e as unidade de São Simão e Sorriso da Caramuru – têm notas mais baixas.

Com esses números, a Brejeiro poderia colocar até 50,3 mil CBios por ano no mercado, o que a deixa entre as menores emissoras do setor, acima apenas da Caibiense (45,4 mil) e da Bunge (31,9 mil). Calculado sobre a produção real da empresa no ano passado, contudo, sua emissão teria sido de apenas 24,7 mil CBios.

Com os créditos sendo negociados por volta dos R$ 46,27 – valor médio da semana passada – a empresa teria conseguido faturar cerca de R$ 1,14 milhão vendendo os créditos de carbono aos quais teria direito no ano passado.

Atualmente, as usinas do setor de biodiesel que estão autorizadas a emitir papeis podem colocar um pouco menos de 6,81 milhões de CBios no mercado.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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