Certificado da unidade produtiva estava prestes a perder sua validade no começo de setembro
A Biopower – novo nome da divisão de biodiesel do Grupo JBS – acaba de renovar a certificação da usina de Campo Verde (MT) para o RenovaBio. Isso garante que a planta possa continuar participando do mercado de carbono do RenovaBio pelos próximos três anos. A certificação anterior iria expirar em pouco mais de duas semanas.
Os novos números são menos vantajosos do que os da certificação anterior. A planta poderá emitir um pouco menos de 149 mil Créditos de Descarbonização (CBios) por ano, uma redução de 20,6 mil – 9,7% – títulos em relação ao certificado anterior.
A Biopower – novo nome da divisão de biodiesel do Grupo JBS – acaba de renovar a certificação da usina de Campo Verde (MT) para o RenovaBio. Isso garante que a planta possa continuar participando do mercado de carbono do RenovaBio pelos próximos três anos. A certificação anterior iria expirar em pouco mais de duas semanas.
Os novos números são menos vantajosos do que os da certificação anterior. A planta poderá emitir um pouco menos de 149 mil Créditos de Descarbonização (CBios) por ano, uma redução de 20,6 mil – 9,7% – títulos em relação ao certificado anterior.
Aos preços atuais dos CBios (na última semana, os papéis foram negociados na B3 pelo valor médio de R$ 72,74), isso representará uma redução de R$ 1,5 milhão nos ganhos potenciais da empresa. O teto das receitas passa a ser de R$ 14 milhões.
O motivo dessa redução é uma piora no percentual do biodiesel fabricado em Campo Verde que, comprovadamente, atende aos critérios de sustentabilidade do RenovaBio. O percentual caiu de 54,2% na certificação anterior para um pouco menos de 49% no documento atual.
Já a Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) da usina mato-grossense ficou virtualmente igual à anterior, com 80,37 gCO2eq/MJ.
Somando os CBios que as usinas de biodiesel de Lins (SP) e Mafra (SC) podem emitir, a Biopower pode colocar até 1,31 milhão de títulos no mercado, com valor aproximado de R$ 95,7 milhões.
A firma inspetora responsável pelo processo foi a Benri.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com