Proposta que atende a um pleito da foi apreciada na reunião do CNPE realizada nessa quinta-feira
No fim das contas, a mudança de posição do MME não fez muita diferença. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) não apreciou a antecipação para este ano a chegada do B13.
A antecipação vinha sendo defendida pelas usinas como uma estratégia para reduzir os impactos do coronavírus sobre a cadeia do biodiesel. A adoção imediata do B13 seria, na argumentação do setor, uma forma de reduzir a importação de diesel e de garantir a oferta de farelo de soja para o mercado interno.
No fim das contas, a mudança de posição do MME não fez muita diferença. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) não apreciou a antecipação para este ano a chegada do B13.
A antecipação vinha sendo defendida pelas usinas como uma estratégia para reduzir os impactos do coronavírus sobre a cadeia do biodiesel. A adoção imediata do B13 seria, na argumentação do setor, uma forma de reduzir a importação de diesel e de garantir a oferta de farelo de soja para o mercado interno.
Inicialmente, o Ministério de Minas e Energia (MME) se posicionou contra o pleito do setor. Um ofício assinado pelo secretário do Petróleo, Gás e Biocombustíveis, José Mauro Ferreira Coelho, argumentava que o B13 teria “potencial para aumentar o preço do diesel ao consumidor final”.
Na semana passada, contudo, o ministério mudou de tom depois que o ministro Bento Albuquerque indicou que incluiria a questão na pauta da reunião do CNPE marcada para esta quinta-feira (04). O setor buscou ainda apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
Com a decisão fica mantido o cronograma atual que prevê o aumento de mistura a partir de março de 2021.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com