ANP elevou pela terceira vez seguida os PMRs e biodiesel terá teto de preço mais elevado em cinco bimestres.
O preço do biodiesel deve subir um pouquinho no começo de 2018. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aumentou em cerca de 3,6% os preços máximos de referência (PMRs) que vão valer durante no 58º Leilão de Biodiesel. Essa foi a terceira alta consecutiva nos valores que servem como teto durante a disputa.
O preço do biodiesel deve subir um pouquinho no começo de 2018. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aumentou em cerca de 3,6% os preços máximos de referência (PMRs) que vão valer durante no 58º Leilão de Biodiesel. Essa foi a terceira alta consecutiva nos valores que servem como teto durante a disputa.
As usinas detentoras do Selo Combustível Social que participarem do L58 poderão cobrar, em média, até R$ 3.145,00 por cada metro cúbico de biodiesel que venderam. Já as plantas sem Selo Social poderão chegar a R$ 3.106,00.
Menos generoso
O reajuste é um pouco menos generoso que o do bimestre passado. No L57, a taxa aplicada pela ANP foi pouco maior que 4%. Somados os três últimos leilões, os PMRs aumentaram cerca de 7,9%.
Em termos absolutos, o metro cúbico do biodiesel vai subir cerca de R$ 110 em relação ao certame anterior.
As altas ainda não foram suficientes para compensar o ciclo de quedas anterior. Em relação aos PMRs que valeram no L52 – que comprou o biodiesel para o 1º bimestre deste ano –, os valores caíram pouco mais de 6,9%. Ainda assim, os valores são os melhores desde o L53.
Regiões
O maior valor na disputa será para usinas com Selo instaladas no Nordeste que poderão pedir R$ 3.305,00 por m³, o menor será para usinas do Centro Oeste que poderão receber, no máximo, R$ 2.940.
Apesar de serem os menores, os PMRs para Centro-Oeste tiveram uma alta um pouco superior à média com R$ 115 por m³ tanto para usinas com quanto para usinas sem Selo Social.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com