O 50º Leilão de Biodiesel não está começando de uma forma das mais brilhantes. Nada menos que quatro das 35 usinas que haviam demonstrado interesse em participar do certamente que vai adquirir o biocombustível que vai ser usado no Brasil ao longo do quinto bimestre foram barradas pela ANP e, até segunda ordem, não entrarão no páreo.
O 50º Leilão de Biodiesel não está começando de uma forma das mais brilhantes. Nada menos que quatro das 35 usinas que haviam demonstrado interesse em participar do certamente que vai adquirir o biocombustível que vai ser usado no Brasil ao longo do quinto bimestre foram barradas pela ANP e, até segunda ordem, não entrarão no páreo.
Com esse resultado, temos uma capacidade máxima habilitada equivalente a 997,4 milhões de litros. Essa será a primeira vez em mais desde o final de 2012 que a capacidade fica abaixo de um bilhão de litros. A última e única vez que isso aconteceu foi no leilão 28, o primeiro com periodicidade bimestral e sob a vigência do B5.
A abertura da disputa está marcada para acontecer no dia 09 de agosto.
Inabilitadas
Quando a pré-habilitação foi publicada, havia seis usinas com pendências o que colocava em dúvida 170,6 milhões de litros.
No caso de uma delas, a Biopar-MT, já não havia qualquer chance. A empresa teve sua participação no leilão vetada por não ter atingido o percentual mínimo de 90% de entregas no biodiesel vendido no L47.
Só isso já deixaria pouco menos de 22,3 milhões de litros de fora da disputa.
Das cinco usinas restantes, somente a Bianchini e a Cargill conseguiram regularizar suas situações a tempo de completarem o processo de habilitação – elas estavam com pendências, respectivamente, junto à Receita do Rio Grande do Sul e com a Justiça do Trabalho. Isso manteve 96 milhões de litros no certame.
Já a Biofuga, a JBS e a Minerva tiveram a inabilitação confirmada pela ANP. Trata-se de uma redução de 54,3 milhões de litros na capacidade de oferta.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O 50º Leilão de Biodiesel não está começando de uma forma das mais brilhantes. Nada menos que quatro das 35 usinas que haviam demonstrado interesse em participar do certamente que vai adquirir o biocombustível que vai ser usado no Brasil ao longo do quinto bimestre foram barradas pela ANP e, até segunda ordem, não entrarão no páreo.
Com esse resultado, temos uma capacidade máxima habilitada equivalente a 997,4 milhões de litros. Essa será a primeira vez em mais desde o final de 2012 que a capacidade fica abaixo de um bilhão de litros. A última e única vez que isso aconteceu foi no leilão 28, o primeiro com periodicidade bimestral e sob a vigência do B5.
A abertura da disputa está marcada para acontecer no dia 09 de agosto.
Inabilitadas
Quando a pré-habilitação foi publicada, havia seis usinas com pendências o que colocava em dúvida 170,6 milhões de litros.
No caso de uma delas, a Biopar-MT, já não havia qualquer chance. A empresa teve sua participação no leilão vetada por não ter atingido o percentual mínimo de 90% de entregas no biodiesel vendido no L47.
Só isso já deixaria pouco menos de 22,3 milhões de litros de fora da disputa.
Das cinco usinas restantes, somente a Bianchini e a Cargill conseguiram regularizar suas situações a tempo de completarem o processo de habilitação – elas estavam com pendências, respectivamente, junto à Receita do Rio Grande do Sul e com a Justiça do Trabalho. Isso manteve 96 milhões de litros no certame.
Já a Biofuga, a JBS e a Minerva tiveram a inabilitação confirmada pela ANP. Trata-se de uma redução de 54,3 milhões de litros na capacidade de oferta.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com