A BMW não está mais sozinha em seu posicionamento contra os planos da Malásia de implementar o B10 ainda este ano. Outras quatro montadoras – Mercedes, a Toyota e a Volkswagen e a Isuzu – publicaram posicionamentos questionando a decisão do governo malaio.
A BMW não está mais sozinha em seu posicionamento contra os planos da Malásia de implementar o B10 ainda este ano. Outras quatro montadoras – Mercedes, a Toyota e a Volkswagen e a Isuzu – publicaram posicionamentos questionando a decisão do governo malaio.
Segundo a Mercedes, seus carros de passageiro podem usar até B7 enquanto os caminhões estão autorizados a rodarem com apenas 5%. Segundo a subsidiária da montadora alemã, “a introdução do B10 exige mais estudo”.
Questionados pela imprensa local a Toyota e a Volkswagen também se emitiram opiniões contra o uso do B10 alertando que seus veículos nunca foram oficialmente testados usando misturas tão elevadas e que o uso da nova mistura poderá levar a efeitos adversos.
A fabricante japonesa Isuzu alertou sobretudo para a elevada presença de água em misturas mais elevadas de biodiesel com óleo diesel convencional, o que pode levar à formação de depósitos nos motores, afetando sua performance e durabilidade.
As montadoras apontaram para um documento assinado por cinco dos maiores fabricantes globais de sistemas de injeção usados em motores diesel – Delphi, Denso, Bosch, Continental e Stanadyne – que fixa em 7% o teto da mistura de biodiesel que seus equipamentos podem usar.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A BMW não está mais sozinha em seu posicionamento contra os planos da Malásia de implementar o B10 ainda este ano. Outras quatro montadoras – Mercedes, a Toyota e a Volkswagen e a Isuzu – publicaram posicionamentos questionando a decisão do governo malaio.
Segundo a Mercedes, seus carros de passageiro podem usar até B7 enquanto os caminhões estão autorizados a rodarem com apenas 5%. Segundo a subsidiária da montadora alemã, “a introdução do B10 exige mais estudo”.
Questionados pela imprensa local a Toyota e a Volkswagen também se emitiram opiniões contra o uso do B10 alertando que seus veículos nunca foram oficialmente testados usando misturas tão elevadas e que o uso da nova mistura poderá levar a efeitos adversos.
A fabricante japonesa Isuzu alertou sobretudo para a elevada presença de água em misturas mais elevadas de biodiesel com óleo diesel convencional, o que pode levar à formação de depósitos nos motores, afetando sua performance e durabilidade.
As montadoras apontaram para um documento assinado por cinco dos maiores fabricantes globais de sistemas de injeção usados em motores diesel – Delphi, Denso, Bosch, Continental e Stanadyne – que fixa em 7% o teto da mistura de biodiesel que seus equipamentos podem usar.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com