Depois de alguns meses complicados, a qualidade do óleo diesel consumido no Brasil está voltando aos trilhos. Em julho, o nível de amostras coletadas pela ANP consideradas não conformes ficou abaixo dos 2,1%. Esse é o menor nível desde a chegada do B6 em julho do ano passado.
Depois de alguns meses complicados, a qualidade do óleo diesel consumido no Brasil está voltando aos trilhos. Em julho, o nível de amostras coletadas pela ANP consideradas não conformes ficou abaixo dos 2,1%. Esse é o menor nível desde a chegada do B6 em julho do ano passado.
No mês passado, o índice já tinha sido o melhor desde a implantação do B7. A última vez em que a qualidade do diesel esteve tão boa foi em dezembro de 2012, mês em que o percentual de amostra reprovadas foi de apenas 1,8%.
Esse já é sexto mês consecutivo que o índice apresenta melhora. Isso parece encerrar um processo de deterioração que se tornou mais perceptível depois da implantação do B7 em novembro passado e que chegou a seu ponto mais agudo em fevereiro. Naquele mês, a não conformidade bateu a 4,3%, valor mais elevado desde março de 2010 – auge do impacto do B5 na qualidade – com seus 5,4%.
Apesar da melhora nos índices mensais, na comparação entre os sete primeiros meses ainda estamos muito atrás. Até agora, a não conformidade em 2015 está de 3,7% contra 2,4% no ano passado. Embora esse seja o maior valor nos últimos cinco anos, ele já é melhor do que no mesmo período de 2010 quando houve o último aumento da mistura obrigatória.
Fulgor
Em julho, o pior aspecto do diesel foi o ponto de fulgor. Problemas com esse parâmetro foram detectados em 24 amostras de combustível. No total, 56 amostras foram reprovadas num conjunto de 2.685 coletadas pela rede de laboratórios credenciados pela ANP.
O teor de biodiesel foi o segundo maior problema com 14 amostras falhas. Apesar do avanço, o teor de biodiesel ainda é a fonte de problemas mais significativa no ano, com 491 ocorrências num total de 1.243 amostras reprovadas.
Menos
Como no mês passado, o Boletim de Qualidade da ANP foi fechado com menos bem menos amostras de diesel coletadas do que de costume. Apenas 2.685 contra uma média de 4.763 para o ano.
Isso se deve ao encerramento de contratos de vários dos laboratórios que formavam a rede de monitoramento da agência reguladora.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois de alguns meses complicados, a qualidade do óleo diesel consumido no Brasil está voltando aos trilhos. Em julho, o nível de amostras coletadas pela ANP consideradas não conformes ficou abaixo dos 2,1%. Esse é o menor nível desde a chegada do B6 em julho do ano passado.
No mês passado, o índice já tinha sido o melhor desde a implantação do B7. A última vez em que a qualidade do diesel esteve tão boa foi em dezembro de 2012, mês em que o percentual de amostra reprovadas foi de apenas 1,8%.
Esse já é sexto mês consecutivo que o índice apresenta melhora. Isso parece encerrar um processo de deterioração que se tornou mais perceptível depois da implantação do B7 em novembro passado e que chegou a seu ponto mais agudo em fevereiro. Naquele mês, a não conformidade bateu a 4,3%, valor mais elevado desde março de 2010 – auge do impacto do B5 na qualidade – com seus 5,4%.
Apesar da melhora nos índices mensais, na comparação entre os sete primeiros meses ainda estamos muito atrás. Até agora, a não conformidade em 2015 está de 3,7% contra 2,4% no ano passado. Embora esse seja o maior valor nos últimos cinco anos, ele já é melhor do que no mesmo período de 2010 quando houve o último aumento da mistura obrigatória.
Fulgor
Em julho, o pior aspecto do diesel foi o ponto de fulgor. Problemas com esse parâmetro foram detectados em 24 amostras de combustível. No total, 56 amostras foram reprovadas num conjunto de 2.685 coletadas pela rede de laboratórios credenciados pela ANP.
O teor de biodiesel foi o segundo maior problema com 14 amostras falhas. Apesar do avanço, o teor de biodiesel ainda é a fonte de problemas mais significativa no ano, com 491 ocorrências num total de 1.243 amostras reprovadas.
Menos
Como no mês passado, o Boletim de Qualidade da ANP foi fechado com menos bem menos amostras de diesel coletadas do que de costume. Apenas 2.685 contra uma média de 4.763 para o ano.
Isso se deve ao encerramento de contratos de vários dos laboratórios que formavam a rede de monitoramento da agência reguladora.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com