A qualidade do óleo diesel continuou bem ruim no mês de dezembro com 4,2% de não conformidade. Mas, pelo menos, parou em piorar como vinha acontecendo pelos últimos oito meses. Os números para o último mês de 2016 foram divulgados no final da tarde de ontem (26) pela Agência, Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A qualidade do óleo diesel continuou bem ruim no mês de dezembro com 4,2% de não conformidade. Mas, pelo menos, parou em piorar como vinha acontecendo pelos últimos oito meses. Os números para o último mês de 2016 foram divulgados no final da tarde de ontem (26) pela Agência, Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a edição mais recente do boletim mensal do Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis (PMQC), 99 das 2.325 amostras de diesel coletadas ao longo do mês passado apresentaram algum tipo de problema. Em relação ao mês passado, a cobertura da inciativa se manteve estável com coletas em 17 unidades da federação.
Esse é o resultado mais positivo desde setembro e parece marcar, ao menos, uma trégua num processo de piora que já levou o índice de não conformidade do diesel a igualar os piores níveis desde a implementação do B5 em 2010 – época em que os distribuidores e varejo de combustíveis reportou um pico de problemas com a qualidade do combustível.
Com o B8 prestes a ser implementado, essa mudança na direção do vento é bem-vinda.
Boa média
O ano passado teve um comportamento praticamente bipolar em termos de qualidade do diesel.
Em maio tivemos o melhor diesel desde a implementação do B5, que coroou o período mais longo em que a não conformidade se manteve abaixo de 2% de forma contínua – entre dezembro de 2015 e maio passado.
Tudo somado, a não conformidade para o ano de 2016 como um tudo ficou em 2,9%. Esse é um resultado consideravelmente abaixo dos 3,4% de 2015, ano onde os indicadores sofreram o maior impacto da implementação do B7 ocorrida em novembro de 2014.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A qualidade do óleo diesel continuou bem ruim no mês de dezembro com 4,2% de não conformidade. Mas, pelo menos, parou em piorar como vinha acontecendo pelos últimos oito meses. Os números para o último mês de 2016 foram divulgados no final da tarde de ontem (26) pela Agência, Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a edição mais recente do boletim mensal do Programa de Monitoramento de Qualidade dos Combustíveis (PMQC), 99 das 2.325 amostras de diesel coletadas ao longo do mês passado apresentaram algum tipo de problema. Em relação ao mês passado, a cobertura da inciativa se manteve estável com coletas em 17 unidades da federação.
Esse é o resultado mais positivo desde setembro e parece marcar, ao menos, uma trégua num processo de piora que já levou o índice de não conformidade do diesel a igualar os piores níveis desde a implementação do B5 em 2010 – época em que os distribuidores e varejo de combustíveis reportou um pico de problemas com a qualidade do combustível.
Com o B8 prestes a ser implementado, essa mudança na direção do vento é bem-vinda.
Boa média
O ano passado teve um comportamento praticamente bipolar em termos de qualidade do diesel.
Em maio tivemos o melhor diesel desde a implementação do B5, que coroou o período mais longo em que a não conformidade se manteve abaixo de 2% de forma contínua – entre dezembro de 2015 e maio passado.
Tudo somado, a não conformidade para o ano de 2016 como um tudo ficou em 2,9%. Esse é um resultado consideravelmente abaixo dos 3,4% de 2015, ano onde os indicadores sofreram o maior impacto da implementação do B7 ocorrida em novembro de 2014.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com