Índice de qualidade do óleo diesel começou 2018 apresentando uma piora considerável em relação aos números de dezembro.
Os indicadores de qualidade do óleo diesel que, ao longo dos últimos meses, vinham tranquilizando o mercado voltaram a dar sinais preocupantes em janeiro. No mês passado, o índice de não conformidade ficou em 3,2% – um repique de 1,2 ponto percentual em relação ao resultado de dezembro. Em 2017, a não conformidade de janeiro foi de 3%.
Os indicadores de qualidade do óleo diesel que, ao longo dos últimos meses, vinham tranquilizando o mercado voltaram a dar sinais preocupantes em janeiro. No mês passado, o índice de não conformidade ficou em 3,2% – um repique de 1,2 ponto percentual em relação ao resultado de dezembro. Em 2017, a não conformidade de janeiro foi de 3%.
Em janeiro, foram coletadas 2.631 amostras de óleo diesel nos postos de 20 unidades da federação (UF) – uma UF a mais do que no mês anterior. Destas 87 foram reprovadas.
Este mês, voltaram a ser monitorados postos do Distrito Federal que estavam sem acompanhamento desde outubro passado.
O pior diesel do mês passado foi o do Maranhão que teve não conformidade de 16,5%. Isso representa uma piora de 10 pontos percentuais em relação a dezembro.
Em compensação em 6 estados não houve uma única amostra reprovada em janeiro. Os postos de Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Paraíba e Sergipe tiveram uma performance perfeita.
Turbulência
A qualidade do diesel vem passando por uma zona cheia de turbulências desde o segundo semestre de 2016. Entre agosto de 2016 e julho de 2017, os índices de não conformidade do diesel passaram praticamente um a no inteirinho acima – ou, pelo menos, beirando – o patamar dos 3%.
O pico desse processo aconteceu em abril passado, logo da esteira da chegada do B8, quando o indicador bateu em preocupantes 6,6%. Esse foi pior resultado já registrado desde a chegada do B5 em 2010. Depois disso, no entanto, os números se reverteram e deram um claro sinal de melhoria com exceção de um repique entre setembro e outubro passado.
O resultado de dezembro – cravado em 2% – foi o melhor num período de 20 meses.
O anúncio dessa piora de janeiro chega poucos dias antes do B10 ser oficializado. Aumentos da mistura obrigatória tendem a vir acompanhadas de saltos nos indicadores de qualidade e está será a primeira de dois pontos percentuais.
A mistura de biodiesel em percentual incorreto continua sendo o pior fundamento, com 59% das amostras reprovadas apresentando algum problema nesse critério.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os indicadores de qualidade do óleo diesel que, ao longo dos últimos meses, vinham tranquilizando o mercado voltaram a dar sinais preocupantes em janeiro. No mês passado, o índice de não conformidade ficou em 3,2% – um repique de 1,2 ponto percentual em relação ao resultado de dezembro. Em 2017, a não conformidade de janeiro foi de 3%.
Em janeiro, foram coletadas 2.631 amostras de óleo diesel nos postos de 20 unidades da federação (UF) – uma UF a mais do que no mês anterior. Destas 87 foram reprovadas.
Este mês, voltaram a ser monitorados postos do Distrito Federal que estavam sem acompanhamento desde outubro passado.
O pior diesel do mês passado foi o do Maranhão que teve não conformidade de 16,5%. Isso representa uma piora de 10 pontos percentuais em relação a dezembro.
Em compensação em 6 estados não houve uma única amostra reprovada em janeiro. Os postos de Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Paraíba e Sergipe tiveram uma performance perfeita.
Turbulência
A qualidade do diesel vem passando por uma zona cheia de turbulências desde o segundo semestre de 2016. Entre agosto de 2016 e julho de 2017, os índices de não conformidade do diesel passaram praticamente um a no inteirinho acima – ou, pelo menos, beirando – o patamar dos 3%.
O pico desse processo aconteceu em abril passado, logo da esteira da chegada do B8, quando o indicador bateu em preocupantes 6,6%. Esse foi pior resultado já registrado desde a chegada do B5 em 2010. Depois disso, no entanto, os números se reverteram e deram um claro sinal de melhoria com exceção de um repique entre setembro e outubro passado.
O resultado de dezembro – cravado em 2% – foi o melhor num período de 20 meses.
O anúncio dessa piora de janeiro chega poucos dias antes do B10 ser oficializado. Aumentos da mistura obrigatória tendem a vir acompanhadas de saltos nos indicadores de qualidade e está será a primeira de dois pontos percentuais.
A mistura de biodiesel em percentual incorreto continua sendo o pior fundamento, com 59% das amostras reprovadas apresentando algum problema nesse critério.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com