Segundo a mais recente edição do Boletim de Qualidade dos Combustíveis Líquidos da ANP, a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros piorou pelo quarto mês consecutivo. Em agosto, o índice de não conformidade medido pela ANP foi de 2,9% cerca de 0,2 pontos percentuais maior do que em julho.
Segundo a mais recente edição do Boletim de Qualidade dos Combustíveis Líquidos da ANP, a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros piorou pelo quarto mês consecutivo. Em agosto, o índice de não conformidade medido pela ANP foi de 2,9% cerca de 0,2 pontos percentuais maior do que em julho.
Em maio, o índice de qualidade teve seu melhor resultado desde a implementação do B5 em janeiro de 2010. Apenas 0,8% das amostras de diesel coletadas apresentaram algum vício de qualidade. De lá para cá o percentual mais do que triplicou.
Das 1.417 amostras coletadas durante o mês de agosto, 42 acabaram reprovadas, sendo que 24 delas apresentaram algum tipo de problema relacionado à adição de biodiesel.
Os novos resultados elavam a não conformidade nos oito meses de 2016 para 1,9%.
Reforço
Assim como no mês anterior, a rede de laboratórios responsáveis pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ganhou reforços. Dessa vez, foi a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) o que elevou o número de entidades responsáveis pelo acompanhamento do mercado para 6.
Com esse novo acréscimo, o PMQC passa a abranger 8 unidades da federação – contra 7 na edição anterior do boletim mensal.
Apesar disso, o número de amostras coletadas ainda está muito longe da normalidade. Em agosto de 2015, a quantidade de amostras foi de 2.145 e, em 2014, passava dos 7.870.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Segundo a mais recente edição do Boletim de Qualidade dos Combustíveis Líquidos da ANP, a qualidade do diesel consumido pelos brasileiros piorou pelo quarto mês consecutivo. Em agosto, o índice de não conformidade medido pela ANP foi de 2,9% cerca de 0,2 pontos percentuais maior do que em julho.
Em maio, o índice de qualidade teve seu melhor resultado desde a implementação do B5 em janeiro de 2010. Apenas 0,8% das amostras de diesel coletadas apresentaram algum vício de qualidade. De lá para cá o percentual mais do que triplicou.
Das 1.417 amostras coletadas durante o mês de agosto, 42 acabaram reprovadas, sendo que 24 delas apresentaram algum tipo de problema relacionado à adição de biodiesel.
Os novos resultados elavam a não conformidade nos oito meses de 2016 para 1,9%.
Reforço
Assim como no mês anterior, a rede de laboratórios responsáveis pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ganhou reforços. Dessa vez, foi a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) o que elevou o número de entidades responsáveis pelo acompanhamento do mercado para 6.
Com esse novo acréscimo, o PMQC passa a abranger 8 unidades da federação – contra 7 na edição anterior do boletim mensal.
Apesar disso, o número de amostras coletadas ainda está muito longe da normalidade. Em agosto de 2015, a quantidade de amostras foi de 2.145 e, em 2014, passava dos 7.870.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com