Pesquisadores da Universidade Estadual de Washington tiveram sucesso no desenvolvimento de um catalisador que combinal paládio e ferro.Pesquisadores da Universidade Estadual de Washington (WSU, na sigla em inglês) tiveram sucesso no desenvolvimento de um novo tipo de catalisador que combina o metal nobre paládio com o – mais barato – ferro. O material pode significar um avanço na produção de diversos tipos de biocombustíveis.
Pesquisadores da Universidade Estadual de Washington (WSU, na sigla em inglês) tiveram sucesso no desenvolvimento de um novo tipo de catalisador que combina o metal nobre paládio com o – mais barato – ferro. O material pode significar um avanço na produção de diversos tipos de biocombustíveis.
Um desafio no desenvolvimento de diversos tipos de biocombustíveis está na quantidade de oxigênio em sua formulação. Removê-lo poderia ser um caminho para aumentar a densidade energética desses produtos abrindo mais espaço para seu uso em aplicações de alto desempenho como, por exemplo, em aeronaves. Por isso, diversos laboratórios ao redor do globo vêm desenvolvendo pesquisas nesse sentido. “Com biocombustíveis, você precisa remover o máximo de oxigênio possível para ganhar densidade de energia”, pontua o professor Yong Wang, da WSU.
Catalisadores à base de ferro têm sido um recurso barato para remover o oxigênio a partir de materiais confeccionados com substâncias fabricadas com biomassa vegetal. Contudo, esse tipo de catalisador tem o inconveniente de perder eficácia quando interage com a água – basicamente ele enferruja e perde atividade. Os pesquisadores da WSU conseguiram foi como minimizar o problema.
O que eles fizeram foi adicionar de quantidades extremamente pequenas de paládio ao material. Isso cobre a superfície de ferro do catalisador protegendo-o e otimizando seu desempenho. “A sinergia entre o paládio e o ferro é incrível”, afirma Wang, que liderou o estudo. “Quando combinados, o catalisador fica muito melhor que os metais isolados em termos de atividade, estabilidade e seletividade”, diz acrescentando que a troca dos catelisadores baseados em metais nobres – como a platina e o próprio paládio – por outros como feitos com metais mais baratos e abundantes pode contribuir para reduzir os preços finais dos biocombustíveis.
De quebra, o uso do material binário reduz a quantidade de hidrogênio exigida para a remoção do oxigênio.
Existe a pretensão por parte dos pesquisadores da WSU de estender os estudos em condições mais realistas, que reproduzam com mais fidelidade a produção de biocombustíveis real.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Universidade Estadual de Washington
Pesquisadores da Universidade Estadual de Washington (WSU, na sigla em inglês) tiveram sucesso no desenvolvimento de um novo tipo de catalisador que combina o metal nobre paládio com o – mais barato – ferro. O material pode significar um avanço na produção de diversos tipos de biocombustíveis.
Um desafio no desenvolvimento de diversos tipos de biocombustíveis está na quantidade de oxigênio em sua formulação. Removê-lo poderia ser um caminho para aumentar a densidade energética desses produtos abrindo mais espaço para seu uso em aplicações de alto desempenho como, por exemplo, em aeronaves. Por isso, diversos laboratórios ao redor do globo vêm desenvolvendo pesquisas nesse sentido. “Com biocombustíveis, você precisa remover o máximo de oxigênio possível para ganhar densidade de energia”, pontua o professor Yong Wang, da WSU.
Catalisadores à base de ferro têm sido um recurso barato para remover o oxigênio a partir de materiais confeccionados com substâncias fabricadas com biomassa vegetal. Contudo, esse tipo de catalisador tem o inconveniente de perder eficácia quando interage com a água – basicamente ele enferruja e perde atividade. Os pesquisadores da WSU conseguiram foi como minimizar o problema.
O que eles fizeram foi adicionar de quantidades extremamente pequenas de paládio ao material. Isso cobre a superfície de ferro do catalisador protegendo-o e otimizando seu desempenho. “A sinergia entre o paládio e o ferro é incrível”, afirma Wang, que liderou o estudo. “Quando combinados, o catalisador fica muito melhor que os metais isolados em termos de atividade, estabilidade e seletividade”, diz acrescentando que a troca dos catelisadores baseados em metais nobres – como a platina e o próprio paládio – por outros como feitos com metais mais baratos e abundantes pode contribuir para reduzir os preços finais dos biocombustíveis.
De quebra, o uso do material binário reduz a quantidade de hidrogênio exigida para a remoção do oxigênio.
Existe a pretensão por parte dos pesquisadores da WSU de estender os estudos em condições mais realistas, que reproduzam com mais fidelidade a produção de biocombustíveis real.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Universidade Estadual de Washington