Embora tenda a ser tratado mais como uma curiosidade há vários anos, o uso de borra de café como matéria-prima para a produção de biodiesel continua atraindo o interesse da comunidade científica. E com alguns resultados interessantes, diga-se de passagem.
Embora tenda a ser tratado mais como uma curiosidade há vários anos, o uso de borra de café como matéria-prima para a produção de biodiesel continua atraindo o interesse da comunidade científica. E com alguns resultados interessantes, diga-se de passagem.
O mais recente avanço nesse front vem da Universidade de Lancaster, na Inglaterra. Lá foi desenvolvida uma tecnologia que consegue extrair os óleos presentes na borra e convertê-los em biodiesel numa única etapa. O novo sistema é chamado transesterificação in-situ.
Pelo método convencional, a borra de café tinha que ser misturada com hexano a temperaturas de 60ºC por um periodo entre 1 a 2 horas para conseguir extrair os óleos que, só então, podem ser transformados em biodiesel. A nova tecnologia desenvolvida por uma equipe liderada pela dra. Vesna Najdanovic-Visak elimina completamente a necessidade dessa primeira etapa. De quebra o processo inteiro pode ser completado em apenas 10 minutos.
“Nosso método reduz consideravelmente o tempo e custo para a extração dos óleos e a produção do biodiesel acabado tornando a borra de café uma fonte mais competitiva”, explica a pesquisadora.
A produção mundial de café na safra 2016/17 beirou os 9,1 milhões de toneladas. Esse é um material que hoje acaba indo parar em aterros sanitários. Segundo os pesquisadores, se ele fosse integralmente destinado à produção de biodiesel seria possível fabricar cerca de 720 mil toneladas do combustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Embora tenda a ser tratado mais como uma curiosidade há vários anos, o uso de borra de café como matéria-prima para a produção de biodiesel continua atraindo o interesse da comunidade científica. E com alguns resultados interessantes, diga-se de passagem.
O mais recente avanço nesse front vem da Universidade de Lancaster, na Inglaterra. Lá foi desenvolvida uma tecnologia que consegue extrair os óleos presentes na borra e convertê-los em biodiesel numa única etapa. O novo sistema é chamado transesterificação in-situ.
Pelo método convencional, a borra de café tinha que ser misturada com hexano a temperaturas de 60ºC por um periodo entre 1 a 2 horas para conseguir extrair os óleos que, só então, podem ser transformados em biodiesel. A nova tecnologia desenvolvida por uma equipe liderada pela dra. Vesna Najdanovic-Visak elimina completamente a necessidade dessa primeira etapa. De quebra o processo inteiro pode ser completado em apenas 10 minutos.
“Nosso método reduz consideravelmente o tempo e custo para a extração dos óleos e a produção do biodiesel acabado tornando a borra de café uma fonte mais competitiva”, explica a pesquisadora.
A produção mundial de café na safra 2016/17 beirou os 9,1 milhões de toneladas. Esse é um material que hoje acaba indo parar em aterros sanitários. Segundo os pesquisadores, se ele fosse integralmente destinado à produção de biodiesel seria possível fabricar cerca de 720 mil toneladas do combustível.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com