Pesquisadores do Departamento de Energia dos Estados Unidos estão trabalhando para que as plantas passem a acumular óleo diretamente em sua folhagem.
Pesquisadores ligados aos Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês) estão trabalhando para que as plantas passem a acumular óleo diretamente em sua folhagem. O resultado dessa pesquisa pode tornar os vegetais melhores fontes para a produção de biocombustíveis e químicos renováveis.
Pesquisadores ligados aos Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês) estão trabalhando para que as plantas passem a acumular óleo diretamente em sua folhagem. O resultado dessa pesquisa pode tornar os vegetais melhores fontes para a produção de biocombustíveis e químicos renováveis.
De forma similar ao que acontece com os animais, caso os tecidos das folhas acumule muito açúcar o excesso de energia acaba sendo convertido em gordura. Acontece que, em geral, isso não acontece naturalmente. Os açúcares produzidos nas folhas pela fotossíntese são rapidamente distribuídos para alimentar seu crescimento e desenvolvimento da planta.
Exceto por algumas sementes e frutos – como no caso da palma-de-óleo – o acúmulo de óleos não é tão comum em outros tecidos vegetais.
Mas cientistas do Laboratório Brookhaven liderados pelo bioquímico John Shanklin selecionaram espécimes do gênero Arabidopsis – erva aparentada da mostarda – que fossem menos eficazes em escoar o açúcar das folhas e em convertê-lo em amido. O resultado foi um aumento substancial na quantidade de gordura acumulada. “Combinando mutações genéticas que reduzem o transporte do açúcar para fora das folhas ou sua conversão conseguimos aumentar o teor de açúcar e, consequentemente, aumentar a produção de óleo”, explica Shanklin.
Naturalmente, a biomassa das folhas do gênero Arbidopsis testado possuem apenas 0,1% de gordura. Os espécimes com todas as mutações testadas pela equipe do DOE chegavam a 3,7%. Para fins de comparação, os grãos de soja têm, aproximadamente, 9% de óleo.
Os resultados foram publicados na edição mais recente da revista Plant Phisiology.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Pesquisadores ligados aos Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês) estão trabalhando para que as plantas passem a acumular óleo diretamente em sua folhagem. O resultado dessa pesquisa pode tornar os vegetais melhores fontes para a produção de biocombustíveis e químicos renováveis.
De forma similar ao que acontece com os animais, caso os tecidos das folhas acumule muito açúcar o excesso de energia acaba sendo convertido em gordura. Acontece que, em geral, isso não acontece naturalmente. Os açúcares produzidos nas folhas pela fotossíntese são rapidamente distribuídos para alimentar seu crescimento e desenvolvimento da planta.
Exceto por algumas sementes e frutos – como no caso da palma-de-óleo – o acúmulo de óleos não é tão comum em outros tecidos vegetais.
Mas cientistas do Laboratório Brookhaven liderados pelo bioquímico John Shanklin selecionaram espécimes do gênero Arabidopsis – erva aparentada da mostarda – que fossem menos eficazes em escoar o açúcar das folhas e em convertê-lo em amido. O resultado foi um aumento substancial na quantidade de gordura acumulada. “Combinando mutações genéticas que reduzem o transporte do açúcar para fora das folhas ou sua conversão conseguimos aumentar o teor de açúcar e, consequentemente, aumentar a produção de óleo”, explica Shanklin.
Naturalmente, a biomassa das folhas do gênero Arbidopsis testado possuem apenas 0,1% de gordura. Os espécimes com todas as mutações testadas pela equipe do DOE chegavam a 3,7%. Para fins de comparação, os grãos de soja têm, aproximadamente, 9% de óleo.
Os resultados foram publicados na edição mais recente da revista Plant Phisiology.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com