As emissões mundiais de gás carbônico se mantiveram estáveis pelo terceiro ano consecutivo segundo dados publicados pela Universidade de East Anglia (UEA) e pelo Global Carbon Project na mais recente atualização do Global Carbon Atlas. Ao longo de 2015, foram emitidas 36.262 milhões de toneladas de CO2 (MtCO2) – para entender melhor a magnitude desse número, o leitor considere que a produção mundial de soja do ano passado foi de 313 milhões de toneladas.
As emissões mundiais de gás carbônico se mantiveram estáveis pelo terceiro ano consecutivo segundo dados publicados pela Universidade de East Anglia (UEA) e pelo Global Carbon Project na mais recente atualização do Global Carbon Atlas. Ao longo de 2015, foram emitidas 36.262 milhões de toneladas de CO2 (MtCO2) – para entender melhor a magnitude desse número, o leitor considere que a produção mundial de soja do ano passado foi de 313 milhões de toneladas.
Apesar desse número superlativo, o crescimento em relação ao resultado de 2014 – 36.240 MtCO2 – ficou na segunda casa decimal. Isso apesar de um crescimento econômico que foi superior a 3%. E a expectativa é que, em 2016, tenhamos mais um ano de estabilidade com um crescimento de apenas 0,2% nas emissões.
“Esse é o terceiro ano em que quase não tivemos crescimento nas emissões e é algo sem precedentes em um período de crescimento econômico”, comemorou a professora Corinne Le Quere, da UEA.
Essa é uma mudança animadora no padrão de crescimento das emissões mundiais. A mudança começou a ser percebida pela primeira vez em 2014 quando o crescimento ficou em apenas 0,7% menos de um terço que os 2,3% anuais médios que podem ser verificados ao longo dos dez anos anteriores (2004 a 2013)
Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, está na mudança da matriz energética da China que está menos dependente do carvão.
Preocupação
Apesar de bem-vinda a desaceleração na velocidade de crescimento das emissões de gases do efeito estufa, isso ainda não será suficiente para manter o aumento médio da temperatura global abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais como pretende o Acordo Climático de Paris.
Para conseguir cumprir a meta não basta que as emissões parem de crescer. “As emissões globais precisam cair rapidamente”, alerta a professora Le Quere.
Ficar abaixo do limite de 2ºC é essencial para evitar os impactos mais devastadores das mudanças climáticas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
As emissões mundiais de gás carbônico se mantiveram estáveis pelo terceiro ano consecutivo segundo dados publicados pela Universidade de East Anglia (UEA) e pelo Global Carbon Project na mais recente atualização do Global Carbon Atlas. Ao longo de 2015, foram emitidas 36.262 milhões de toneladas de CO2 (MtCO2) – para entender melhor a magnitude desse número, o leitor considere que a produção mundial de soja do ano passado foi de 313 milhões de toneladas.
Apesar desse número superlativo, o crescimento em relação ao resultado de 2014 – 36.240 MtCO2 – ficou na segunda casa decimal. Isso apesar de um crescimento econômico que foi superior a 3%. E a expectativa é que, em 2016, tenhamos mais um ano de estabilidade com um crescimento de apenas 0,2% nas emissões.
“Esse é o terceiro ano em que quase não tivemos crescimento nas emissões e é algo sem precedentes em um período de crescimento econômico”, comemorou a professora Corinne Le Quere, da UEA.
Essa é uma mudança animadora no padrão de crescimento das emissões mundiais. A mudança começou a ser percebida pela primeira vez em 2014 quando o crescimento ficou em apenas 0,7% menos de um terço que os 2,3% anuais médios que podem ser verificados ao longo dos dez anos anteriores (2004 a 2013)
Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, está na mudança da matriz energética da China que está menos dependente do carvão.
Preocupação
Apesar de bem-vinda a desaceleração na velocidade de crescimento das emissões de gases do efeito estufa, isso ainda não será suficiente para manter o aumento médio da temperatura global abaixo dos 2ºC em relação aos níveis pré-industriais como pretende o Acordo Climático de Paris.
Para conseguir cumprir a meta não basta que as emissões parem de crescer. “As emissões globais precisam cair rapidamente”, alerta a professora Le Quere.
Ficar abaixo do limite de 2ºC é essencial para evitar os impactos mais devastadores das mudanças climáticas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com