Participação da soja na produção de biodiesel foi a segunda menor nos últimos cinco anos.
A produção de biodiesel a partir do óleo de soja caiu em janeiro e ficou um pouco abaixo da marca dos 66%. O resultado é o segundo menor nos últimos cinco anos – superando apenas os 64,8% registrados em janeiro de 2017. Os dados fazem parte do Boletim Mensal do Biodiesel que foi publicado nesta sexta-feira pela ANP.
A produção de biodiesel a partir do óleo de soja caiu em janeiro e ficou um pouco abaixo da marca dos 66%. O resultado é o segundo menor nos últimos cinco anos – superando apenas os 64,8% registrados em janeiro de 2017. Os dados fazem parte do Boletim Mensal do Biodiesel que foi publicado nesta sexta-feira pela ANP.
Com uma produção preliminar reportada de 337,8 milhões de litros. O volume de biodiesel fabricado com óleo de soja foi de 222,9 milhões de litros, esse é a menor quantidade mensal durante todo o periodo do B8.
Essa desaceleração fez com que a quantidade de soja esmagada para atender à demanda do setor caísse consideravelmente em janeiro. Foram apenas 1,07 milhão de toneladas – menor desde fevereiro de 2017 – redução superior a 14,5% em relação à dezembro do ano passado.
Sebo
Em compensação, o sebo bovino avançou três pontos percentuais em um mês e cravou 18% de participação em janeiro. Essa foi a maior participação para a segunda matéria-prima mais importante para a produção nacional de biodiesel nos últimos 24 meses – em janeiro de 2016, o sebo havia ficado com uma fatia de 20,1%.
Ao todo, foram fabricados 60,8 milhões de litros de biodiesel de sebo. Esse também foi o segundo melhor resultado em termos volumétricos do período do B8, perdendo somente para os 66,4 milhões de litros produzidos em outubro quando a produção total de biodiesel registrou seu último recorde com 409 milhões de litros produzidos.
Já as ‘matérias-primas desconhecidas’ ficaram praticamente no mesmo lugar em relação a dezembro. Foram 9,2% de participação do mercado, um crescimento de parcos 0,2%.
Com a queda no tamanho da produção de biodiesel, no entanto, o volume fabricado com materiais obscuros à ANP caiu 9,7% ficando com 31,1 milhões de litros.
Mais matérias-primas
Tivemos um mercado um pouco mais diversificado em janeiro. Segundo a ANP, as usinas reportaram ter usado 10 fontes de óleos e gorduras no mês de janeiro, duas a mais que em dezembro.
Depois de meses de ausência na lista, os óleos de canola (0,1%) e de milho (0,2%) voltaram a aparecer nas estatísticas com produções de, respectivamente, 270,3 m³ e 608,1 m³.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A produção de biodiesel a partir do óleo de soja caiu em janeiro e ficou um pouco abaixo da marca dos 66%. O resultado é o segundo menor nos últimos cinco anos – superando apenas os 64,8% registrados em janeiro de 2017. Os dados fazem parte do Boletim Mensal do Biodiesel que foi publicado nesta sexta-feira pela ANP.
Com uma produção preliminar reportada de 337,8 milhões de litros. O volume de biodiesel fabricado com óleo de soja foi de 222,9 milhões de litros, esse é a menor quantidade mensal durante todo o periodo do B8.
Essa desaceleração fez com que a quantidade de soja esmagada para atender à demanda do setor caísse consideravelmente em janeiro. Foram apenas 1,07 milhão de toneladas – menor desde fevereiro de 2017 – redução superior a 14,5% em relação à dezembro do ano passado.
Sebo
Em compensação, o sebo bovino avançou três pontos percentuais em um mês e cravou 18% de participação em janeiro. Essa foi a maior participação para a segunda matéria-prima mais importante para a produção nacional de biodiesel nos últimos 24 meses – em janeiro de 2016, o sebo havia ficado com uma fatia de 20,1%.
Ao todo, foram fabricados 60,8 milhões de litros de biodiesel de sebo. Esse também foi o segundo melhor resultado em termos volumétricos do período do B8, perdendo somente para os 66,4 milhões de litros produzidos em outubro quando a produção total de biodiesel registrou seu último recorde com 409 milhões de litros produzidos.
Já as ‘matérias-primas desconhecidas’ ficaram praticamente no mesmo lugar em relação a dezembro. Foram 9,2% de participação do mercado, um crescimento de parcos 0,2%.
Com a queda no tamanho da produção de biodiesel, no entanto, o volume fabricado com materiais obscuros à ANP caiu 9,7% ficando com 31,1 milhões de litros.
Mais matérias-primas
Tivemos um mercado um pouco mais diversificado em janeiro. Segundo a ANP, as usinas reportaram ter usado 10 fontes de óleos e gorduras no mês de janeiro, duas a mais que em dezembro.
Depois de meses de ausência na lista, os óleos de canola (0,1%) e de milho (0,2%) voltaram a aparecer nas estatísticas com produções de, respectivamente, 270,3 m³ e 608,1 m³.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com