8º Levantameto da Conab aponta para um aumento nas projeções da colheita de soja. Outras oleaginosas também apontam para cima.Com a colheita da safra 2013/14 praticamente encerrada, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou em quase 500 mil toneladas sua estimativa para o resultado da principal oleaginosa brasileira. A informação consta do 8º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos que foi publicado hoje (08) e traz os números oficiais de diversos dos produtos mais importante para o agronegócio brasileiro.
Segundo o documento o Brasil vai bater um novo recorde na produção da oleaginosa, mas o número final vai ficar bem abaixo das primeiras projeções.

Com a colheita da safra 2013/14 praticamente encerrada, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou em quase 500 mil toneladas sua estimativa para o resultado da principal oleaginosa brasileira. A informação consta do 8º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos que foi publicado hoje (08) e traz os números oficiais de diversos dos produtos mais importante para o agronegócio brasileiro.
Segundo o documento, serão colhidas pouco menos de 86,57 milhões de toneladas de soja nessa temporada – no mês passado a estimativa estava abaixo dos 86,1 milhões de toneladas. Isso representa um crescimento de 6,2% sobre a safra do ano passado quando os agricultores brasileiros colheram 81,5 milhões de toneladas do grão.
Com esse resultado os sojicultores brasileiros bateram – pelo segundo ano seguido – seu recorde de produção. Ainda assim, o resultado não deixa de conter uma pitada de desânimo. No auge do otimismo, em janeiro, as estimativas da Conab adiantavam que a safra superaria os 90,3 milhões de toneladas.
A queda de 4,1% é atribuída principalmente ao período longo período de estiagem registrado no começo de 2014.
Nessa temporada, a oleaginosa ocupou uma área de 30 milhões de hectares, 2,3 milhões de hectares a mais do que na safra anterior. Isso coloca a produtividade da sojicultura brasileira perto dos 2.882,5 quilos por hectare abaixo dos 2.938 kg/ha do ano passado.
Algodão
As perspectivas para a produção do caroço de algodão também são positivas. A produção desta oleaginosa – a terceira mais importante para a indústria do biodiesel – será de 2,5 milhões de toneladas.
Isso representa um crescimento de quase 25% sobre o volume colhido no ano passado.
Outras oleaginosas
O novo levantamento também traz dados sobre outras oleaginosas plantadas no Brasil.
O documento aponta para uma recuperação da produção da mamona que, nas duas últimas temporadas amargou grandes quebras de safra em função de problemas climáticos nas regiões produtoras do Nordeste.
A estimativa mais recente é que sejam colhidas 64,8 mil toneladas de mamona. Isso é quatro vezes mais do que as 15 mil toneladas colhidas no ano passado – o pior resultado para a cultura na série histórica mantida pela Conab desde 1976. Ainda assim, a recuperação não foi tão vigorosa quanto se esperava. As estimativas do 3º Levantamento falavam em 86,9 milhões de toneladas.
No que diz respeito ao amendoim, as projeções cresceram moderadamente. No total deverão ser colhidas 332 mil toneladas do produto, cerca de 1% a mais do que na estimativa anterior.
Já as perspectivas do girassol ficaram na mesma. Esse ano os agricultores brasileiros deverão colher 108,8 mil toneladas desta commodity.
No caso da Canola, a produção foi revista para cima. A colheita deverá chegar a 58,2 mil toneladas contra 50,2 mil toneladas. Embora em termos absolutos esse aumento não seja expressivo, em termos percentuais isso representa uma elevação de quase 16%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Segundo o documento o Brasil vai bater um novo recorde na produção da oleaginosa, mas o número final vai ficar bem abaixo das primeiras projeções.

Com a colheita da safra 2013/14 praticamente encerrada, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou em quase 500 mil toneladas sua estimativa para o resultado da principal oleaginosa brasileira. A informação consta do 8º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos que foi publicado hoje (08) e traz os números oficiais de diversos dos produtos mais importante para o agronegócio brasileiro.
Segundo o documento, serão colhidas pouco menos de 86,57 milhões de toneladas de soja nessa temporada – no mês passado a estimativa estava abaixo dos 86,1 milhões de toneladas. Isso representa um crescimento de 6,2% sobre a safra do ano passado quando os agricultores brasileiros colheram 81,5 milhões de toneladas do grão.
Com esse resultado os sojicultores brasileiros bateram – pelo segundo ano seguido – seu recorde de produção. Ainda assim, o resultado não deixa de conter uma pitada de desânimo. No auge do otimismo, em janeiro, as estimativas da Conab adiantavam que a safra superaria os 90,3 milhões de toneladas.
A queda de 4,1% é atribuída principalmente ao período longo período de estiagem registrado no começo de 2014.
Nessa temporada, a oleaginosa ocupou uma área de 30 milhões de hectares, 2,3 milhões de hectares a mais do que na safra anterior. Isso coloca a produtividade da sojicultura brasileira perto dos 2.882,5 quilos por hectare abaixo dos 2.938 kg/ha do ano passado.
Algodão
As perspectivas para a produção do caroço de algodão também são positivas. A produção desta oleaginosa – a terceira mais importante para a indústria do biodiesel – será de 2,5 milhões de toneladas.
Isso representa um crescimento de quase 25% sobre o volume colhido no ano passado.
Outras oleaginosas
O novo levantamento também traz dados sobre outras oleaginosas plantadas no Brasil.
O documento aponta para uma recuperação da produção da mamona que, nas duas últimas temporadas amargou grandes quebras de safra em função de problemas climáticos nas regiões produtoras do Nordeste.
A estimativa mais recente é que sejam colhidas 64,8 mil toneladas de mamona. Isso é quatro vezes mais do que as 15 mil toneladas colhidas no ano passado – o pior resultado para a cultura na série histórica mantida pela Conab desde 1976. Ainda assim, a recuperação não foi tão vigorosa quanto se esperava. As estimativas do 3º Levantamento falavam em 86,9 milhões de toneladas.
No que diz respeito ao amendoim, as projeções cresceram moderadamente. No total deverão ser colhidas 332 mil toneladas do produto, cerca de 1% a mais do que na estimativa anterior.
Já as perspectivas do girassol ficaram na mesma. Esse ano os agricultores brasileiros deverão colher 108,8 mil toneladas desta commodity.
No caso da Canola, a produção foi revista para cima. A colheita deverá chegar a 58,2 mil toneladas contra 50,2 mil toneladas. Embora em termos absolutos esse aumento não seja expressivo, em termos percentuais isso representa uma elevação de quase 16%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com