Faltando ainda um mês para fechar as contas do ano, os sojicultores brasileiras já superaram o recorde de 2018
O ano de 2021 já é o maior de todos os tempos para as exportações de soja do Brasil. Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Economia, mais 2,59 milhões de toneladas do grão foram embarcados ao longo do mês de novembro. Com isso o volume total do ano atingiu a marca de 83,4 milhões de toneladas confirmando o novo recorde por 136,4 mil toneladas – 0,16% – o recorde de 2018.
A melhoria se deveu principalmente à demanda Chinesa que absorveu quase 86,2% de toda a soja brasileira embarcada no mês – um percentual bem acima dos 70% da média anual. Foram quase 2,23 milhões de toneladas.
Teria sido o melhor novembro para a sojicultura brasileira em todos os tempos se não fosse pelos finais de ano atípicos em 2018 e 2019 – quando os embarques foram de, respectivamente, 4,82 e 4,95 milhões de toneladas. Naqueles dos anos, o cabo de guerra comercial entre Estados Unidos e China acabou levando o gigante asiático a recorrer ao mercado brasileiro mesmo fora de época.
O ano de 2021 já é o maior de todos os tempos para as exportações de soja do Brasil. Segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Economia, mais 2,59 milhões de toneladas do grão foram embarcados ao longo do mês de novembro. Com isso o volume total do ano atingiu a marca de 83,4 milhões de toneladas confirmando o novo recorde por 136,4 mil toneladas – 0,16% – o recorde de 2018.
Embora o final do ano esteja longe de ser um dos mais agitados para os exportadores do grão por aqui – o período corresponde a auge a entressafra no Brasil –, o volume exportado em novembro bateu o registrado no ano passado por uma margem superior a 80%.
A melhoria se deveu principalmente à demanda Chinesa que absorveu quase 86,2% de toda a soja brasileira embarcada no mês – um percentual bem acima dos 70% da média anual. Foram quase 2,23 milhões de toneladas.
Teria sido o melhor novembro para a sojicultura brasileira em todos os tempos se não fosse pelos finais de ano atípicos em 2018 e 2019 – quando os embarques foram de, respectivamente, 4,82 e 4,95 milhões de toneladas. Naqueles dos anos, o cabo de guerra comercial entre Estados Unidos e China acabou levando o gigante asiático a recorrer ao mercado brasileiro mesmo fora de época.
Projeção
Com mais um mês pela frente para fechar o ano, contudo, essa margem vai crescer. Nos últimos cinco anos, a média de exportação de soja no mês de dezembro beirou os 2,12 milhão de toneladas. Caso este o número venha a se confirmar, o número final do ano vai ultrapassar a marca das 85,5 milhões de toneladas.
Mesmo sem apresentar os números exuberantes de anos anteriores, as vendas estão conseguindo se sustentar em patamares próximos aos dos últimos cinco anos. O número de novembro ficou menos de 5,3% abaixo da média.
Um pouco mais fraco
Apesar dessa boa movimentação, os sojicultores receberam um pouco menos por seu produto em novembro. Em média cada tonelada de soja brasileira foi vendida por US$ 510,80.
Esse valor está cerca de 2,2% abaixo dos US$ 522,14 registrados em outubro. Essa foi a primeira queda na média mensal do preço do produto exportado desde julho. A retração está muito longe de colocar o preço do grão no campo negativo, da virada do último ano até agora a alta acumulada já chega a 35%.
Os bons preços já garantiram que as exportações de soja trouxessem para o país US$ 37,3 bilhões em divisas. Esse valor também é um novo recorde e já e sua vantagem sobre o recorde anual anterior já é bem maior do que o de volume.
O faturamento com as exportações em 2021 até agora já bateu os ganhos durante todo o ano de 2018 por uma margem de 12,8%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com