No 1T as exportações do insumo somaram 523,2 mil toneladas, o que faz deste o melhor resultado dos últimos dez trimestres
Já fazia um bom tempo que o Brasil não exportava tanto óleo de soja quanto neste começo de ano. Em março, mais 180 mil toneladas do insumo saíram do país, o que – mesmo após reduções nos dados inicialmente divulgados para janeiro e fevereiro – elevou o resultado trimestral para 523,2 mil toneladas. Trata-se do melhor resultado para um período de três meses desde o 3T de 2023, quando os embarques beiraram as 570 mil toneladas.
Entre julho e setembro de 2023, o mandato de biodiesel estava em 12% – três pontos percentuais abaixo do nível atual. Na época, o mercado de biodiesel ainda estava se reajustando depois de ter vivido quase dois anos com a mistura reduzida.
Em maio de 2021, o mandato de biodiesel – que havia chegado a 13% apenas dois meses antes – foi cortado para 10%, dando início a uma política de redução da mistura que só seria revertida em abril de 2023 com o retorno ao B12. Nesse período, o complexo soja voltou a recorrer ao mercado externo para conseguir escoar o excedente de óleo que, normalmente, seria destinado ao mercado de biodiesel.
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