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Malásia lança certificação nacional para óleo de palma em janeiro

MalasiaCertificacaoPalma 111114A Malásia vai lançar uma certificação para a palma-de-óleo em janeiro de 2015. A iniciativa tenta reverter a má imagem ambiental do produto.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Inicialmente previsto para ocorrer este ano, o lançamento do certificado que irá atestar a sustentabilidade do óleo de palma produzido pela Malásia foi adiado para 2015. A nova previsão do ministro da Indústria de Plantações e Commodities, Datuk Amar Douglas Uggah – que está à frente da empreitada –, é janeiro próximo.

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Inicialmente previsto para ocorrer este ano, o lançamento do certificado que irá atestar a sustentabilidade do óleo de palma produzido pela Malásia foi adiado para 2015. A nova previsão do ministro da Indústria de Plantações e Commodities, Datuk Amar Douglas Uggah – que está à frente da empreitada –, é janeiro próximo. 

"Os princípios e critérios previsto para a MSPO [sigla de Malaysian Sustainable Palm Oil, como será chamada a certificação] já foram finalizados e ensaios em campo, concluídos", disse Uggah, durante jantar anual da Associação de Refinarias de Óleo de Palma da Malásia (Poram). 

Credibilidade
A criação de uma certificação para o óleo de palma malaio é a estratégia eleita pelo governo do país tentar reverter a imagem negativa que o produto tem junto aos organismos de defesa ambiental. O plantio da palma é apontado como uma das principais causas de desmatamento de florestas no Sudeste Asiático.

Segundo o ministro, existem no país 58 refinarias de óleo de palma em operação, cuja capacidade de refino anual totaliza em 26,1 milhões de toneladas. 

Só no ano passado, as refinarias malaias processaram 17,6 milhões de toneladas de óleo de palma, sendo 15,9 milhões de toneladas de óleo de palma bruto e 1,6 milhões de toneladas de óleo de semente de palma bruto. 

Apesar dos desafios enfrentados pela indústria de refino, Uggah se diz otimista, afirmando que seu ministério irá implementar medidas que assegurem a competitividade e viabilidade do setor. 

"Vamos continuar a trabalhar para abordar essas questões, incluindo um melhor acesso ao mercado [de exportação] por meio de negociações já em curso com a Parceria Trans-Pacífico e o acordo de livre comércio entre a União Europeia e a Malásia", concluiu o ministro.

Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações New Straits Times 
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