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Rali dos óleos vegetais dá trégua em novembro

Levantamento de preços feito FAO apontou um leve alívio no mês passado

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Depois de terem batido no teto em outubro quando registraram os maiores patamares em toda a história, as cotações internacionais dos óleos vegetais deram um pequeno alívio no mês passado. De acordo com o mais novo levantamento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços andaram de lado fechando novembro em 184,6 pontos.

Houve queda, mas ela foi mínima. O novo número está irrisórios 0,2% abaixo do teto.

O indicador consolida as movimentações nos preços de uma cesta formada pelos 10 óleos vegetais mais comercializados do mundo. Salvo por alguma turbulência nos meses de junho e julho, esse pacote vem subindo de forma bastante acelerada desde maio do ano passado. Ao longo desse período a valorização acumulada beira os 137,3%.

Depois de terem batido no teto em outubro quando registraram os maiores patamares em toda a história, as cotações internacionais dos óleos vegetais deram um pequeno alívio no mês passado. De acordo com o mais novo levantamento da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços andaram de lado fechando novembro em 184,6 pontos.

Houve queda, mas ela foi mínima. O novo número está irrisórios 0,2% abaixo do teto.

O indicador consolida as movimentações nos preços de uma cesta formada pelos 10 óleos vegetais mais comercializados do mundo. Salvo por alguma turbulência nos meses de junho e julho, esse pacote vem subindo de forma bastante acelerada desde maio do ano passado. Ao longo desse período a valorização acumulada beira os 137,3%.

Os patamares atuais de preços estão quase 115% acima da média histórica.

A freada em novembro foi causada por um leve desaquecimento nos mercados de óleo de soja e de colza enquanto os preços do óleo de palma ficaram virtualmente parados. Os movimentos são causados por preocupações a respeito de uma nova onda da pandeia da Covid-19.

Apesar da desaceleração nos segmentos de óleo vegetal de carnes (-0,9%), como um todo o Índice FAO do Preço dos Alimentos teve mais uma alta em novembro chegando a 134,4 pontos. Trata-se do maior nível do indicador desde junho de 2011.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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