Com exceção de um breve repique entre abril e maio, as cotações dos óleos vegetais vêm caindo de forma consistente nos mercados globais. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em julho os valores perderam mais 1,1% e atingiram sua menor média no ano.
Com exceção de um breve repique entre abril e maio, as cotações dos óleos vegetais vêm caindo de forma consistente nos mercados globais. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em julho os valores perderam mais 1,1% e atingiram sua menor média no ano.
A informação faz parte da nova edição do Índice FAO dos Preços dos Alimentos. Segundo o indicador, os 10 óleos vegetais mais comercializados do planeta registraram uma média de 160,4 pontos. Desde o começo do ano, as cotações já se desvalorizaram mais de 13,9%.
Esse é o menor resultado para esse segmento de mercado desde julho de 2016.
As boas projeções para a produção de óleo de palma no Sudoeste Asiático – principal produto da cesta acompanhada pela FAO – associada a uma demanda relativamente baixa vêm pressionando as cotações. Isso tem ajudado a contrabalancear a tendência de valorização no mercado de soja que vem sendo impactado por uma possível quebra na safra norte-americana.
Condições mais firmes de mercado para os óleos de colza/canola e de girassol também contribuíram para evitar uma queda mais pronunciada em julho.
Índice
Os óleos vegetais caminharam na contramão do mercado global de alimentos. Todos os outros produtos acompanhados pela FAO – carnes, laticínios, cereais e açúcar – ficaram estáveis ou se valorizaram.
Cereais e Açúcar em particular tiveram valorizações importantes com mais de 5% cada.
Com isso, o Índice FAO subiu de 175,2 para 179,1 – cerca de 2,2% – no mês passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com exceção de um breve repique entre abril e maio, as cotações dos óleos vegetais vêm caindo de forma consistente nos mercados globais. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em julho os valores perderam mais 1,1% e atingiram sua menor média no ano.
A informação faz parte da nova edição do Índice FAO dos Preços dos Alimentos. Segundo o indicador, os 10 óleos vegetais mais comercializados do planeta registraram uma média de 160,4 pontos. Desde o começo do ano, as cotações já se desvalorizaram mais de 13,9%.
Esse é o menor resultado para esse segmento de mercado desde julho de 2016.
As boas projeções para a produção de óleo de palma no Sudoeste Asiático – principal produto da cesta acompanhada pela FAO – associada a uma demanda relativamente baixa vêm pressionando as cotações. Isso tem ajudado a contrabalancear a tendência de valorização no mercado de soja que vem sendo impactado por uma possível quebra na safra norte-americana.
Condições mais firmes de mercado para os óleos de colza/canola e de girassol também contribuíram para evitar uma queda mais pronunciada em julho.
Índice
Os óleos vegetais caminharam na contramão do mercado global de alimentos. Todos os outros produtos acompanhados pela FAO – carnes, laticínios, cereais e açúcar – ficaram estáveis ou se valorizaram.
Cereais e Açúcar em particular tiveram valorizações importantes com mais de 5% cada.
Com isso, o Índice FAO subiu de 175,2 para 179,1 – cerca de 2,2% – no mês passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com