Dados levantados pela FAO mostram que a média global de preços é a menor em 10 meses
Os óleos vegetais continuam ficando mais baratos em maio. Segundo dados coletados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para compor a edição mais recente do Índice FAO do Preço dos Alimentos, os preços caíram mais 2,8% ao longo do período e encerraram o mês passado cotados em 128,1 pontos.
Esse foi o quarto mês consecutivo com os preços em baixa. De janeiro até agora, as cotações dos 10 óleos mais comercializados ao redor do globo já perderam 27,3% do valor. A curva, no entanto, tem ficando menos íngreme.
Os óleos vegetais continuam ficando mais baratos em maio. Segundo dados coletados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) para compor a edição mais recente do Índice FAO do Preço dos Alimentos, os preços caíram mais 2,8% ao longo do período e encerraram o mês passado cotados em 128,1 pontos.
Esse foi o quarto mês consecutivo com os preços em baixa. De janeiro até agora, as cotações dos 10 óleos mais comercializados ao redor do globo já perderam 27,3% do valor. A curva, no entanto, tem ficando menos íngreme.
Os níveis de preço atuais não são comuns. Nos últimos 10 anos, o indicador só ficou abaixo dos 130 pontos em oito meses – todos eles concentrados num período que se estende de novembro de 2018 até julho do ano passado. Antes disso os preços frequentaram de forma consistente essa faixa de preços antes de 2007.
Palma
Segundo o relatório da FAO, o declínio reflete especialmente os preços do óleo de palma que vêm sendo pressionados pela queda na demanda mundial causada pela crise do coronavírus e pelas cotações ainda fracas do petróleo que afetam o mercado de biocombustíveis.
Outros segmentos – como girassol e canola – tiveram valorização no mês passado
O Índice FAO como um todo perdeu mais 1,9% indo para 162,5 pontos. Além dos óleos vegetais, todas as outras categorias que forma o indicador tiveram contração no mês passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com