O processo de fortalecimento dos preços internacionais dos óleos vegetais deu uma trégua em maio. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) as cotações recuaram cerca de 1,8%. Desde janeiro a alta acumulada foi de 19,5%.
O processo de fortalecimento dos preços internacionais dos óleos vegetais deu uma trégua em maio. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) as cotações recuaram cerca de 1,8%. Desde janeiro a alta acumulada foi de 19,5%.
Em maio, a cotação média da cesta de 10 óleos vegetais que formam o índice ficou em 163,3 pontos. No mês anterior, a média foi de 166,4 pontos. Essa foi a primeira queda num ano que vem se notabilizando por uma recuperação nos preços.
Grosso modo, os óleos vegetais vêm perdendo valor desde fevereiro de 2011 quando atingiu a máxima histórica de 286,5 pontos, desde agosto – quando atingiu a mínima de 134,2 pontos –, no entanto começaram a dar sinais de que haviam encontrado seu patamar de sustentação até que, a partir de janeiro, os sinais se inverteram.
Segundo a agência da ONU, o alívio veio do óleo de palma que, depois de três meses subindo, perdeu fôlego em função de uma retração na demanda da China, Índia e União Europeia. De qualquer forma, os técnicos esperam que o alívio tenha vida curta em função da expectativa de que condições climáticas pouco favoráveis levem a uma diminuição na produção dos dendezais no Sudeste Asiático.
Os recentes aumentos na mistura obrigatória de biodiesel na Indonésia, na Malásia e na Tailândia também colabora para aumentar a demanda pela commodity.
Índice Geral
Apesar dessa queda, o Índice FAO para maio subiu 2,1% em maio totalizando 155,8 pontos – nível mais alto desde outubro.
Carnes (2%), Laticínios (0,4%), Cereais (1,6%) e, principalmente, Açúcar (11,7%) puxaram o aumento no indicador.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O processo de fortalecimento dos preços internacionais dos óleos vegetais deu uma trégua em maio. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) as cotações recuaram cerca de 1,8%. Desde janeiro a alta acumulada foi de 19,5%.
Em maio, a cotação média da cesta de 10 óleos vegetais que formam o índice ficou em 163,3 pontos. No mês anterior, a média foi de 166,4 pontos. Essa foi a primeira queda num ano que vem se notabilizando por uma recuperação nos preços.
Grosso modo, os óleos vegetais vêm perdendo valor desde fevereiro de 2011 quando atingiu a máxima histórica de 286,5 pontos, desde agosto – quando atingiu a mínima de 134,2 pontos –, no entanto começaram a dar sinais de que haviam encontrado seu patamar de sustentação até que, a partir de janeiro, os sinais se inverteram.
Segundo a agência da ONU, o alívio veio do óleo de palma que, depois de três meses subindo, perdeu fôlego em função de uma retração na demanda da China, Índia e União Europeia. De qualquer forma, os técnicos esperam que o alívio tenha vida curta em função da expectativa de que condições climáticas pouco favoráveis levem a uma diminuição na produção dos dendezais no Sudeste Asiático.
Os recentes aumentos na mistura obrigatória de biodiesel na Indonésia, na Malásia e na Tailândia também colabora para aumentar a demanda pela commodity.
Índice Geral
Apesar dessa queda, o Índice FAO para maio subiu 2,1% em maio totalizando 155,8 pontos – nível mais alto desde outubro.
Carnes (2%), Laticínios (0,4%), Cereais (1,6%) e, principalmente, Açúcar (11,7%) puxaram o aumento no indicador.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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