Às vésperas de um leilão de biodiesel que tem tudo para ser conturbado com oferta restrita e preços de referência mais baixo, as boas notícias vêm do mercado internacional onde os preços cobrados pelos óleos vegetais têm apontado para baixo de forma consistente. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em julho as cotações médias dos dez óleos mais negociados ficaram 2,8% mais baixas.
Às vésperas de um leilão de biodiesel que tem tudo para ser conturbado com oferta restrita e preços de referência mais baixo, as boas notícias vêm do mercado internacional onde os preços cobrados pelos óleos vegetais têm apontado para baixo de forma consistente. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em julho as cotações médias dos dez óleos mais negociados ficaram 2,8% mais baixas.
O dado faz parte da atualização mais recente do Índice FAO – indicador que acompanha a evolução nos preços de cinco commodities alimentares.
No mês passado, os óleos vegetais fecharem valendo uma média de 157,3 pontos. São 4,6 pontos a menos – 2,8% – sobre o resultado de junho. O valor é o mais baixo desde fevereiro.
Essa nova queda – a terceira seguida – parece indicar que o repique nas cotações dos óleos vegetais ocorrido entre janeiro e abril está encerrada. Ao longo dos primeiros quatro meses do ano as cotações globais subiram mais de 19,5% puxadas principalmente pelo impacto do El Niño sobre a redução na produção de óleo de palma no Sudeste Asiático e pela colheita de soja menor que a antecipada nos países sul-americanos.
De lá para cá, no entanto, o vetor se inverteu. Os preços já recuaram 5,5% sobre o pico registrado no ano a medida que as perspectivas para a palma melhoram e que a oferta de outras oleaginosas se regulariza. Com isso, a valorização do grupo óleos vegetais em 2016 foi reduzida para 13,1%.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, os valores ficaram 6,6% mais altos.
Geral
Somando a queda dos óleos vegetais com a ocorrida no mercado de cereais (-5,6%), o Índice FAO recuou 0,8% em julho fechando o mês no valor de 161,9.
Carnes (1,3%), Laticínios (3,2%) e Açúcar (1%) tiveram alta no mês.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Às vésperas de um leilão de biodiesel que tem tudo para ser conturbado com oferta restrita e preços de referência mais baixo, as boas notícias vêm do mercado internacional onde os preços cobrados pelos óleos vegetais têm apontado para baixo de forma consistente. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em julho as cotações médias dos dez óleos mais negociados ficaram 2,8% mais baixas.
O dado faz parte da atualização mais recente do Índice FAO – indicador que acompanha a evolução nos preços de cinco commodities alimentares.
No mês passado, os óleos vegetais fecharem valendo uma média de 157,3 pontos. São 4,6 pontos a menos – 2,8% – sobre o resultado de junho. O valor é o mais baixo desde fevereiro.
Essa nova queda – a terceira seguida – parece indicar que o repique nas cotações dos óleos vegetais ocorrido entre janeiro e abril está encerrada. Ao longo dos primeiros quatro meses do ano as cotações globais subiram mais de 19,5% puxadas principalmente pelo impacto do El Niño sobre a redução na produção de óleo de palma no Sudeste Asiático e pela colheita de soja menor que a antecipada nos países sul-americanos.
De lá para cá, no entanto, o vetor se inverteu. Os preços já recuaram 5,5% sobre o pico registrado no ano a medida que as perspectivas para a palma melhoram e que a oferta de outras oleaginosas se regulariza. Com isso, a valorização do grupo óleos vegetais em 2016 foi reduzida para 13,1%.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, os valores ficaram 6,6% mais altos.
Geral
Somando a queda dos óleos vegetais com a ocorrida no mercado de cereais (-5,6%), o Índice FAO recuou 0,8% em julho fechando o mês no valor de 161,9.
Carnes (1,3%), Laticínios (3,2%) e Açúcar (1%) tiveram alta no mês.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com