Mesmo com a queda recente, os preços ainda não retornaram aos níveis anteriores aos da guerra da Ucrânia
Depois de terem dado um salto histórico depois da deflagração da guerra na Ucrânia, os preços dos óleos vegetais continuam retrocedendo. Segundo dados mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no mês passado os preços registraram queda de mais 7,6%.
Pelo métrica definida pela FAO, o valor médio dos dez óleos vegetais mais negociados ao redor do mundo fechou o mês passado em 211,8 pontos. Esse é o menor valor desde fevereiro.
Com as quedas nos meses de abril e de maio, os preços já acumulam baixa de 15,9% desde o pico em março.
Depois de terem dado um salto histórico depois da deflagração da guerra na Ucrânia, os preços dos óleos vegetais continuam retrocedendo. Segundo dados mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), no mês passado os preços registraram queda de mais 7,6%.
Pelo métrica definida pela FAO, o valor médio dos dez óleos vegetais mais negociados ao redor do mundo fechou o mês passado em 211,8 pontos. Esse é o menor valor desde fevereiro.
Com as quedas nos meses de abril e de maio, os preços já acumulam baixa de 15,9% desde o pico em março.
Apesar da queda pronunciada, os valores ainda estão historicamente elevados.
O óleo de palma foi o principal responsável pela queda a medida em que o pico da produção anual coincide com um aumento da oferta e dos estoques na Indonésia. Ao mesmo tempo, as demandas por óleo de soja e de girassol continua deprimida justamente em virtude dos preços elevados.
Maior
O preço dos óleos foi o principal driver na queda de 2,3% do Índice FAO dos Preços dos Alimentos registrado em maio e junho. Este também foi o terceiro mês de queda nos preços.
Além do grupo óleos também houve redução nos preços dos cereais e açúcar. Carnes e lácteos ficaram mais caros no mês passado.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com