Os óleos vegetais ficaram mais caros em outubro. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços dos principais óleos vegetais negociados no mundo subiram 6,2% entre os meses de setembro e outubro. Esse novo repique encerra uma sequência de três quedas consecutivas.
Os óleos vegetais ficaram mais caros em outubro. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços dos principais óleos vegetais negociados no mundo subiram 6,2% entre os meses de setembro e outubro. Esse novo repique encerra uma sequência de três quedas consecutivas.
Segundo a FAO, esse novo aumento responde a dois drivers principais. Por um lado, o recrudescimento do Fenômeno El Niño aumenta as preocupações do mercado em relação à produtividade das plantações de palma-de-óleo no Sudeste Asiático para o próximo ano. Por outro, refletiram incertezas sobre a nova safra de soja no Brasil ao longo do mês passado – onde condições climáticas pouco favoráveis levaram a um atraso no plantio da safra 2015/16 em algumas das principais regiões produtoras do Sul e do Centro-Oeste.
Apesar dessa recuperação, os preços ainda estão em seus patamares mais baixos dos últimos seis anos [veja gráfico]. A última vez em que a FAO registrou preços médios dos óleos vegetais mais baixos do que estes foi em março de 2009.
Tendência
Apesar disso, a edição deste mês do Índice FAO dos Preços dos Alimentos parece apontar para uma tendência generalizada de alta. Dos cinco indicadores que compõem a cesta de produtos agrícolas acompanhados – carnes, laticínios, cereais, óleos vegetais e açúcar – apenas o de carnes teve variação negativa (-0,3%).
Todos os demais se valorizaram com destaque para o açúcar com alta de expressivos 17,2%.
No geral, o Índice FAO teve alta de 3,9% fechando outubro com 162 pontos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os óleos vegetais ficaram mais caros em outubro. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), os preços dos principais óleos vegetais negociados no mundo subiram 6,2% entre os meses de setembro e outubro. Esse novo repique encerra uma sequência de três quedas consecutivas.
Segundo a FAO, esse novo aumento responde a dois drivers principais. Por um lado, o recrudescimento do Fenômeno El Niño aumenta as preocupações do mercado em relação à produtividade das plantações de palma-de-óleo no Sudeste Asiático para o próximo ano. Por outro, refletiram incertezas sobre a nova safra de soja no Brasil ao longo do mês passado – onde condições climáticas pouco favoráveis levaram a um atraso no plantio da safra 2015/16 em algumas das principais regiões produtoras do Sul e do Centro-Oeste.
Apesar dessa recuperação, os preços ainda estão em seus patamares mais baixos dos últimos seis anos [veja gráfico]. A última vez em que a FAO registrou preços médios dos óleos vegetais mais baixos do que estes foi em março de 2009.
Tendência
Apesar disso, a edição deste mês do Índice FAO dos Preços dos Alimentos parece apontar para uma tendência generalizada de alta. Dos cinco indicadores que compõem a cesta de produtos agrícolas acompanhados – carnes, laticínios, cereais, óleos vegetais e açúcar – apenas o de carnes teve variação negativa (-0,3%).
Todos os demais se valorizaram com destaque para o açúcar com alta de expressivos 17,2%.
No geral, o Índice FAO teve alta de 3,9% fechando outubro com 162 pontos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com