Uma das veteranas no segmento de microalgas está apresentando sinais de fadiga. A Solazyme, acaba de anunciar que pretende dispensar cerca de 20% de seu quadro de funcionários. Em seu último relatório trimestral, a empresa informava ter 266 trabalhadores o que significa que o corte de pouco mais de 50 postos de trabalho.
Uma das veteranas no segmento de microalgas está apresentando sinais de fadiga. A Solazyme, acaba de anunciar que pretende dispensar cerca de 20% de seu quadro de funcionários. Em seu último relatório trimestral, a empresa informava ter 266 trabalhadores o que significa que o corte de pouco mais de 50 postos de trabalho.
O anúncio foi feito no final da semana passada por meio de uma nota enviada ao Securities and Exchange Commission (SEC) – o equivalente norte-americano à nossa Comissão de Valores Mobiliários. Nela, a companhia informa que a meta é racionalizar as operações como parte de uma estratégia para focar as atividades em produtos de maior valor agregado.
O movimento da Solazyme é muito representativo do destino que a maior parte das empresas surgidas no auge do entusiasmo causado pelas microalgas.
Ascensão e queda
Poucos anos atrás, as microalgas chegaram prometendo ser a próxima grande revolução tecnológica global. Essa onda era surfada por várias empresas de nomes curiosos, com jeito que lembrava o das startups do Vale do Silício e promessas de produzir biocombustíveis e químicos renováveis a preços competitivos com os do petróleo em poucos anos.
Entre essas pioneiras, a Solazyme foi uma das mais destacadas. Em 2011, a empresa chegou, inclusive, a se instalar aqui no Brasil onde pretendia usar sua tecnologia para converter açúcar e biomassa residual oriundas da indústria canavieira em diesel renovável. Em 2014, a empresa iniciou produção comercial em sua fábrica em Orindiúva.
Embora o campo registre avanços e continue sendo uma promessa para o futuro; a primeira geração de empresas desse mercado desistiu dos biocombustíveis para concentrar esforços em mercados onde as escalas são menores e as margens maiores.
No caso da Solazyme, a aposta é o mercado de alimentos. No ano passado, a empresa formou uma joint venture com a Bunge que prevê a comercialização de óleo de microalgas em produtos como margarinas.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Uma das veteranas no segmento de microalgas está apresentando sinais de fadiga. A Solazyme, acaba de anunciar que pretende dispensar cerca de 20% de seu quadro de funcionários. Em seu último relatório trimestral, a empresa informava ter 266 trabalhadores o que significa que o corte de pouco mais de 50 postos de trabalho.
O anúncio foi feito no final da semana passada por meio de uma nota enviada ao Securities and Exchange Commission (SEC) – o equivalente norte-americano à nossa Comissão de Valores Mobiliários. Nela, a companhia informa que a meta é racionalizar as operações como parte de uma estratégia para focar as atividades em produtos de maior valor agregado.
O movimento da Solazyme é muito representativo do destino que a maior parte das empresas surgidas no auge do entusiasmo causado pelas microalgas.
Ascensão e queda
Poucos anos atrás, as microalgas chegaram prometendo ser a próxima grande revolução tecnológica global. Essa onda era surfada por várias empresas de nomes curiosos, com jeito que lembrava o das startups do Vale do Silício e promessas de produzir biocombustíveis e químicos renováveis a preços competitivos com os do petróleo em poucos anos.
Entre essas pioneiras, a Solazyme foi uma das mais destacadas. Em 2011, a empresa chegou, inclusive, a se instalar aqui no Brasil onde pretendia usar sua tecnologia para converter açúcar e biomassa residual oriundas da indústria canavieira em diesel renovável. Em 2014, a empresa iniciou produção comercial em sua fábrica em Orindiúva.
Embora o campo registre avanços e continue sendo uma promessa para o futuro; a primeira geração de empresas desse mercado desistiu dos biocombustíveis para concentrar esforços em mercados onde as escalas são menores e as margens maiores.
No caso da Solazyme, a aposta é o mercado de alimentos. No ano passado, a empresa formou uma joint venture com a Bunge que prevê a comercialização de óleo de microalgas em produtos como margarinas.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com