Cientistas da Universidade de Colônia (Alemanha) conseguiram dar um passo importante para resolver um dos maiores problemas relacionados à produção de microalgas: o que fazer para separar a biomassa da água usada para cultivá-la? Embora, à primeira vista, esse possa soar um problema trivial, os métodos usados hoje são intensivos em energia e, portanto, caros demais para viabilizar a produção de biocombustíveis.
Cientistas da Universidade de Colônia (Alemanha) conseguiram dar um passo importante para resolver um dos maiores problemas relacionados à produção de microalgas: o que fazer para separar a biomassa da água usada para cultivá-la? Embora, à primeira vista, esse possa soar um problema trivial, os métodos usados hoje são intensivos em energia e, portanto, caros demais para viabilizar a produção de biocombustíveis.
Para tentar contornar essa dificuldade, o professor de botânica Michael Melkonian desenvolveu os chamados biorreatores de substrato poroso (PSBRs, na sigla em inglês). O equipamento conta com uma superfície cheia de poros nos quais as microalgas ficam presas formando uma película continua – ou biofilme – ao invés de ficarem diluídas no líquido.
Numa metáfora grosseira: se as algas fossem plantas terrestres as tentativas atuais de cultivá-las equivaleriam a espalhar as sementes na terra totalmente a esmo; enquanto o novo método equivale a plantar em canteiros devidamente organizados.
Outra vantagem do sistema é que, com as algas mais organizadas, também é possível reduzir drasticamente a quantidade de água necessária para o cultivo. O pesquisador fala que o corte pode chegar a um fator de 100 vezes – para cada litro num sistema convencional seriam necessário apenas 10 ml com a nova tecnologia.
Os resultados foram publicados no periódico científico Trends in Biotechnology e um resumo pode ser acessado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Cientistas da Universidade de Colônia (Alemanha) conseguiram dar um passo importante para resolver um dos maiores problemas relacionados à produção de microalgas: o que fazer para separar a biomassa da água usada para cultivá-la? Embora, à primeira vista, esse possa soar um problema trivial, os métodos usados hoje são intensivos em energia e, portanto, caros demais para viabilizar a produção de biocombustíveis.
Para tentar contornar essa dificuldade, o professor de botânica Michael Melkonian desenvolveu os chamados biorreatores de substrato poroso (PSBRs, na sigla em inglês). O equipamento conta com uma superfície cheia de poros nos quais as microalgas ficam presas formando uma película continua – ou biofilme – ao invés de ficarem diluídas no líquido.
Numa metáfora grosseira: se as algas fossem plantas terrestres as tentativas atuais de cultivá-las equivaleriam a espalhar as sementes na terra totalmente a esmo; enquanto o novo método equivale a plantar em canteiros devidamente organizados.
Outra vantagem do sistema é que, com as algas mais organizadas, também é possível reduzir drasticamente a quantidade de água necessária para o cultivo. O pesquisador fala que o corte pode chegar a um fator de 100 vezes – para cada litro num sistema convencional seriam necessário apenas 10 ml com a nova tecnologia.
Os resultados foram publicados no periódico científico Trends in Biotechnology e um resumo pode ser acessado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com