Os biocombustíveis de primeira geração – fabricados a partir de commodities alimentares – serão banidos do mercado europeu a partir de 2030. Nessa segunda-feira (23), o Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu votou o texto da nova versão da Diretiva de Energias Renováveis (RED 2) que pretende estabelecer uma meta de 35% de energias renováveis para todos 28 países do bloco a ser atingida dentro do período que vai de 2020 a 2030.
Os biocombustíveis de primeira geração – fabricados a partir de commodities alimentares – serão banidos do mercado europeu a partir de 2030. Nessa segunda-feira (23), o Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu votou o texto da nova versão da Diretiva de Energias Renováveis (RED 2) que pretende estabelecer uma meta de 35% de energias renováveis para todos 28 países do bloco a ser atingida dentro do período que vai de 2020 a 2030.
Foram 32 votos favoráveis contra 29 contrários e quatro abstenções.
Embora continuem sendo aceitos até segunda ordem, os biocombustíveis convencionais precisarão atender a requisitos mais estritos de descarbonização. As emissões de gás carbônico geradas de forma indireta terão que ser levadas em conta nas análises de ciclo de vida dos combustíveis consumidos no mercado europeu.
Para os biocombustíveis fabricados a partir de óleo de palma, a mudança será mais rápida. Eles serão totalmente banidos do mercado europeu já a partir de 2021.
Mudança
Nem todas as mudanças são negativas. A proposta original da Comissão Europeia previa a criação de um teto decrescente para os biocombustíveis convencionais. Começando em 7% a partir de 2021, o limite cairia gradualmente até chegar em 3,8% em 2030.
Já o parlamento decidiu caminhar na direção contrária criando um cronograma de metas para os biocombustíveis da chamada 2ª geração – fabricados a partir de fontes alternativas de biomassa. Começando com 1,5% e avançando para 6,8% em 2030. Isso garante uma sobrevida maior e tempo de adaptação aos fabricantes da Europa.
Não final
O texto aprovado ainda não é final. As novas regras ainda precisam ser aceitas pelos países-membros da UE o que deverá acontecer no ano que vem e o texto pode ser modificado pela plenária do Europarlamento.
Os fabricantes ainda apostam em mudanças substanciais e apontam que a margem relativamente magra pela qual o texto passou na comissão de meio ambiente indicam que ainda não há consenso sobre a questão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Os biocombustíveis de primeira geração – fabricados a partir de commodities alimentares – serão banidos do mercado europeu a partir de 2030. Nessa segunda-feira (23), o Comitê de Meio Ambiente do Parlamento Europeu votou o texto da nova versão da Diretiva de Energias Renováveis (RED 2) que pretende estabelecer uma meta de 35% de energias renováveis para todos 28 países do bloco a ser atingida dentro do período que vai de 2020 a 2030.
Foram 32 votos favoráveis contra 29 contrários e quatro abstenções.
Embora continuem sendo aceitos até segunda ordem, os biocombustíveis convencionais precisarão atender a requisitos mais estritos de descarbonização. As emissões de gás carbônico geradas de forma indireta terão que ser levadas em conta nas análises de ciclo de vida dos combustíveis consumidos no mercado europeu.
Para os biocombustíveis fabricados a partir de óleo de palma, a mudança será mais rápida. Eles serão totalmente banidos do mercado europeu já a partir de 2021.
Mudança
Nem todas as mudanças são negativas. A proposta original da Comissão Europeia previa a criação de um teto decrescente para os biocombustíveis convencionais. Começando em 7% a partir de 2021, o limite cairia gradualmente até chegar em 3,8% em 2030.
Já o parlamento decidiu caminhar na direção contrária criando um cronograma de metas para os biocombustíveis da chamada 2ª geração – fabricados a partir de fontes alternativas de biomassa. Começando com 1,5% e avançando para 6,8% em 2030. Isso garante uma sobrevida maior e tempo de adaptação aos fabricantes da Europa.
Não final
O texto aprovado ainda não é final. As novas regras ainda precisam ser aceitas pelos países-membros da UE o que deverá acontecer no ano que vem e o texto pode ser modificado pela plenária do Europarlamento.
Os fabricantes ainda apostam em mudanças substanciais e apontam que a margem relativamente magra pela qual o texto passou na comissão de meio ambiente indicam que ainda não há consenso sobre a questão.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com