Acabou a novela. A partir de amanhã (20) o biodiesel fabricado na Argentina vai começar a pagar as novas alíquotas – bem mais baixas – para acessar o mercado da União Europeia (UE). A medida foi oficializada nessa terça-feira (19) no Jornal Oficial da UE.
Acabou a novela. A partir de amanhã (20) o biodiesel fabricado na Argentina vai começar a pagar as novas alíquotas – bem mais baixas – para acessar o mercado da União Europeia (UE). A medida foi oficializada nessa terça-feira (19) no Jornal Oficial da UE.
Hoje, o biodiesel fabricado pelas usinas argentinas tem que pagar entre 22% e 25,7%. Os novos índices deverão girar entre 4,5% e 8,1%. Na prática, isso deverá reabrir o mercado europeu às usinas argentinas e já há relatos de embarques sendo feitos.
Em euros, as tarifas deverão girar entre € 43,18 e € 79,56 por cada tonelada de biodiesel importado.
A mudança deverá beneficiar principalmente os negócios da Louis Dreyfus Commodities (LDC). A companhia de origem holandesa é a única que vai pagar a alíquota menor.
OMC
A medida atende a uma determinação da Organização Mundial de Comércio (OMC) que, em outubro passado, atendeu parcialmente a um processo movido pelo governo argentino. Em sua reclamação, a Casa Rosada questionava o direito da UE de cobrar tarifas antidumping sobre as exportações de biocombustível fabricado no país vizinho.
As barreiras haviam sido impostas em 2013 quando a União Europeia entendeu que a política argentina de cobrar impostos de exportação menores para o biodiesel acabado do que para a soja in natura para incentivar a indústria nacional garantia que seu produto entrasse no mercado do velho continente com preços impossíveis para os fabricantes locais.
Embora as tarifas em si não tenham sido abolidas, a OMC determinou que as alíquotas praticadas pela UE fossem reduzidas consideravelmente.
Em 2013, as exportações de biodiesel para os países membros do bloco europeu renderem US$ 432 milhões às usinas argentinas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Acabou a novela. A partir de amanhã (20) o biodiesel fabricado na Argentina vai começar a pagar as novas alíquotas – bem mais baixas – para acessar o mercado da União Europeia (UE). A medida foi oficializada nessa terça-feira (19) no Jornal Oficial da UE.
Hoje, o biodiesel fabricado pelas usinas argentinas tem que pagar entre 22% e 25,7%. Os novos índices deverão girar entre 4,5% e 8,1%. Na prática, isso deverá reabrir o mercado europeu às usinas argentinas e já há relatos de embarques sendo feitos.
Em euros, as tarifas deverão girar entre € 43,18 e € 79,56 por cada tonelada de biodiesel importado.
A mudança deverá beneficiar principalmente os negócios da Louis Dreyfus Commodities (LDC). A companhia de origem holandesa é a única que vai pagar a alíquota menor.
OMC
A medida atende a uma determinação da Organização Mundial de Comércio (OMC) que, em outubro passado, atendeu parcialmente a um processo movido pelo governo argentino. Em sua reclamação, a Casa Rosada questionava o direito da UE de cobrar tarifas antidumping sobre as exportações de biocombustível fabricado no país vizinho.
As barreiras haviam sido impostas em 2013 quando a União Europeia entendeu que a política argentina de cobrar impostos de exportação menores para o biodiesel acabado do que para a soja in natura para incentivar a indústria nacional garantia que seu produto entrasse no mercado do velho continente com preços impossíveis para os fabricantes locais.
Embora as tarifas em si não tenham sido abolidas, a OMC determinou que as alíquotas praticadas pela UE fossem reduzidas consideravelmente.
Em 2013, as exportações de biodiesel para os países membros do bloco europeu renderem US$ 432 milhões às usinas argentinas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com