Proposta aprovada pelo Parlamento Europeu prevê congelar consumio de biocombustíveis de 1ª geração e proibição do uso de óleo de palma.
A União Europeia está mais perto de decidir – de uma vez por todas – o futuro de sua política de biocombustíveis. Uma votação do plenário do Europarlamento decidiu fixar um teto para produtos de primeira geração e banir o uso de óleo de palma a partir de 2021.
A União Europeia está mais perto de decidir – de uma vez por todas – o futuro de sua política de biocombustíveis. Uma votação do plenário do Europarlamento decidiu fixar um teto para produtos de primeira geração e banir o uso de óleo de palma a partir de 2021.
Os eurodeputados decidiram que os países do bloco precisarão usar pelo menos 12% de energia limpa no setor de transportes até o ano de 2030. Desse total, 10% poderão vir de biocombustíveis.
A decisão faz parte do processo de revisão da Diretiva de Energias Renováveis (RED II) que vai estabelecer metas para o uso de renováveis para o periodo entre 2021 e 2030.
Congelamento
No que depender dos parlamentares, os biocombustíveis feitos a partir de commodities agrícolas – chamados de biocombustíveis de 1ª geração – ficarão congelados em seu nível de produção de 2017. A ideia é que isso dará um impulso extra para o avanço dos biocombustíveis de 2ª geração fabricados a partir de biomassa residual.
Para setor de biodiesel, essa decisão vai limiar a produção a cerca de 12,6 bilhões de litros segundo estimativas publicadas em agosto passado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidios (USDA). Esse volume representa três vezes o volume fabricado no Brasil no mesmo período.
Reação
A decisão gerou reações ambivalentes dos fabricantes de biocombustíveis. Uma nota publicada conjuntamente pela Associação Europeia do Biodiesel (EBB), pela Aliança Europeia de Oleaginosas (EOA) e pela Fediol (associação que representa as empresas de processamento de oleaginosas da UE) qualifica que a meta de 12% é “um passo na direção certa” embora lamente o congelamento do mercado aos níveis atuais.
A nota informa que os fabricantes trabalharão para reverter a posição do Europarlamento durante as negociações tripartites com o Conselho e a Comissão europeias.
Sem palma
O plenário também reforçou a decisão de abril passado que determina o banimento do uso de óleo de palma na produção de biocombustíveis.
A commodity no entanto ganhou um ano a mais de sobrevida. Na decisão de abril o limite seria 2020, agora o prazo final ficou para 2021.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A União Europeia está mais perto de decidir – de uma vez por todas – o futuro de sua política de biocombustíveis. Uma votação do plenário do Europarlamento decidiu fixar um teto para produtos de primeira geração e banir o uso de óleo de palma a partir de 2021.
Os eurodeputados decidiram que os países do bloco precisarão usar pelo menos 12% de energia limpa no setor de transportes até o ano de 2030. Desse total, 10% poderão vir de biocombustíveis.
A decisão faz parte do processo de revisão da Diretiva de Energias Renováveis (RED II) que vai estabelecer metas para o uso de renováveis para o periodo entre 2021 e 2030.
Congelamento
No que depender dos parlamentares, os biocombustíveis feitos a partir de commodities agrícolas – chamados de biocombustíveis de 1ª geração – ficarão congelados em seu nível de produção de 2017. A ideia é que isso dará um impulso extra para o avanço dos biocombustíveis de 2ª geração fabricados a partir de biomassa residual.
Para setor de biodiesel, essa decisão vai limiar a produção a cerca de 12,6 bilhões de litros segundo estimativas publicadas em agosto passado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidios (USDA). Esse volume representa três vezes o volume fabricado no Brasil no mesmo período.
Reação
A decisão gerou reações ambivalentes dos fabricantes de biocombustíveis. Uma nota publicada conjuntamente pela Associação Europeia do Biodiesel (EBB), pela Aliança Europeia de Oleaginosas (EOA) e pela Fediol (associação que representa as empresas de processamento de oleaginosas da UE) qualifica que a meta de 12% é “um passo na direção certa” embora lamente o congelamento do mercado aos níveis atuais.
A nota informa que os fabricantes trabalharão para reverter a posição do Europarlamento durante as negociações tripartites com o Conselho e a Comissão europeias.
Sem palma
O plenário também reforçou a decisão de abril passado que determina o banimento do uso de óleo de palma na produção de biocombustíveis.
A commodity no entanto ganhou um ano a mais de sobrevida. Na decisão de abril o limite seria 2020, agora o prazo final ficou para 2021.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com