A indústria de biodiesel dos EUA começou 2017 perdendo embalo, ddos divulgados pelo governo norte-americano mostram retração de de 8,5% no volume produzido.
Depois de bater todos os seus recordes no ano passado, a indústria de biodiesel dos Estados Unidos começou 2017 perdendo embalo. Dados divulgados na semana passada pela Administração de Informação em Energia (EIA) indicam que, durante o primeiro trimestre (1T) do ano, houve uma retração de 8,5% no volume produzido e 15,8% na demanda.
Depois de bater todos os seus recordes no ano passado, a indústria de biodiesel dos Estados Unidos começou 2017 perdendo embalo. Dados divulgados na semana passada pela Administração de Informação em Energia (EIA) indicam que, durante o primeiro trimestre (1T) do ano, houve uma retração de 8,5% no volume produzido e 15,8% na demanda.
Não que o ano tenha realmente começando assim tão mal quanto os números dão a entender. A produção, por exemplo, é a segunda melhor para um primeiro trimestre – atrás apenas de 2016 – enquanto a demanda está praticamente empatada com a verificada no 1T de 2013, que detém a segunda melhor marca
Além disso, tanto a produção quanto a demanda foram avançando mês a mês entre janeiro e março. Tipicamente, o mercado norte-americano começa em marcha bem lenta e vai engrenando até atingir um platô por volta de meados do ano. É esse movimento que se verifica em 2017.
Ainda assim, há um claro descompasso entre a demanda e a produção. Entre janeiro e março, as usinas norte-americanas fabricaram 98,7 milhões de litros além da demanda. Esse é o maior superávit de produção no, normalmente deficitário, mercado norte-americano.
Importações
Nem com biodiesel sobrando, as importações caíram. No 1T de 2017, foram desembarcados nos Estados Unidos 229 milhões de litros de biodiesel, um crescimento de impressionantes 54% em relação ao mesmo período do ano passado.
Curiosamente, quase metade desse volume – 103 milhões de litros – entrou no país em março.
No ano passado, as importações de biodiesel dos Estados Unidos bateram recorde. Mais de 2,6 bilhões de litros entraram no país vindos principalmente da Argentina e da Indonésia. Tanto que vem se armando um clima de guerra comercial entre os três países.
No final de março as usinas norte-americanas apresentaram uma queixa junto ao Departamento do Comércio alegando que os fabricantes de biodiesel argentinos e indonésios estão praticando dumping e exigindo que sejam adotadas tarifas punitivas.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Depois de bater todos os seus recordes no ano passado, a indústria de biodiesel dos Estados Unidos começou 2017 perdendo embalo. Dados divulgados na semana passada pela Administração de Informação em Energia (EIA) indicam que, durante o primeiro trimestre (1T) do ano, houve uma retração de 8,5% no volume produzido e 15,8% na demanda.
Não que o ano tenha realmente começando assim tão mal quanto os números dão a entender. A produção, por exemplo, é a segunda melhor para um primeiro trimestre – atrás apenas de 2016 – enquanto a demanda está praticamente empatada com a verificada no 1T de 2013, que detém a segunda melhor marca
Além disso, tanto a produção quanto a demanda foram avançando mês a mês entre janeiro e março. Tipicamente, o mercado norte-americano começa em marcha bem lenta e vai engrenando até atingir um platô por volta de meados do ano. É esse movimento que se verifica em 2017.
Ainda assim, há um claro descompasso entre a demanda e a produção. Entre janeiro e março, as usinas norte-americanas fabricaram 98,7 milhões de litros além da demanda. Esse é o maior superávit de produção no, normalmente deficitário, mercado norte-americano.
Importações
Nem com biodiesel sobrando, as importações caíram. No 1T de 2017, foram desembarcados nos Estados Unidos 229 milhões de litros de biodiesel, um crescimento de impressionantes 54% em relação ao mesmo período do ano passado.
Curiosamente, quase metade desse volume – 103 milhões de litros – entrou no país em março.
No ano passado, as importações de biodiesel dos Estados Unidos bateram recorde. Mais de 2,6 bilhões de litros entraram no país vindos principalmente da Argentina e da Indonésia. Tanto que vem se armando um clima de guerra comercial entre os três países.
No final de março as usinas norte-americanas apresentaram uma queixa junto ao Departamento do Comércio alegando que os fabricantes de biodiesel argentinos e indonésios estão praticando dumping e exigindo que sejam adotadas tarifas punitivas.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com