A Câmara dos Deputados dos EUA renovou o incentivo de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel fóssil que havia expirado há um ano. A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos renovou o incentivo de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel fóssil que havia expirado há cerca de um ano. O pacote de incentivos fiscais HR 5771 – que já havia passado pela Comissão de Finanças do Senado norte-americano em abril – prevê que o incentivo seja restaurado de forma retroativa, com validade entre 01 de janeiro de 2014 e o final de 2015.

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos renovou o incentivo de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel fóssil que havia expirado há cerca de um ano. O pacote de incentivos fiscais HR 5771 – que já havia passado pela Comissão de Finanças do Senado norte-americano em abril – prevê que o incentivo seja restaurado de forma retroativa, com validade entre 01 de janeiro de 2014 e o final de 2015.
Embora comemore essa primeira vitória – o pacote ainda precisa ser aprovado pelo Senado o que deve acontecer já nos próximos dias –, a National Biodiesel Board (NBB) insiste em um acordo fiscal de longo prazo. "Apesar de apreciamos a prorrogação por um ano, estamos pedindo ao Congresso que continue pressionando por uma política de longo prazo, que possa oferecer a esse sector a segurança necessária para investir e crescer", disse Anne Steckel, vice-presidente de assuntos federais da NBB. "As usinas de biodiesel de todo o país estão prontas para expandir suas operações, contratar novos trabalhadores e construir novas infraestruturas, mas precisamos de um futuro para a política", ponderou a vice-presidente do NBB.
Anne salientou ainda que esta foi a quarta vez em seis anos que o incentivo fiscal concedido ao biodiesel e precisa ser renovado pelo Congresso.
Endosso
Além do NBB, outras entidades vinculadas ao setor de biodiesel, como a Associação Americana de Soja (ASA, na sigla original), têm se manifestado em prol de uma política mais estável para o biodiesel.
O presidente da ASA, Ray Gaesser, disse apoiar “a passagem da extensão de curto prazo, na ausência de uma solução mais duradoura da Casa”. Entretanto, solicita que a Câmara e o Senado dos EUA se unam no trabalho de estender esses incentivos fiscais a longo prazo.
A Organização de Biomassa de Algas (ABO, na sigla original) também requereu ao Congresso e à Casa Branca a negociação de uma política fiscal de longo prazo para os combustíveis renováveis. Isso porque, além do crédito fiscal para o biodiesel, o pacote aprovado pela ampla maioria dos deputados norte-americanos inclui a extensão do incentivo fiscal para produção de biocombustíveis de 2ª geração – os celulósicos e confeccionados à base de algas.
"As tecnologias à base de algas podem ajudar a fornecer toda a gama de combustíveis para transportes que usamos todos os dias. Mas para torná-las comercialmente disponíveis, a indústria precisa de regulamentos e políticas mais sólidas e previsíveis de Washington", argumentou Matt Carr, diretor-executivo da ABO.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Biodiesel Magazine e Biofuels Journal

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos renovou o incentivo de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel fóssil que havia expirado há cerca de um ano. O pacote de incentivos fiscais HR 5771 – que já havia passado pela Comissão de Finanças do Senado norte-americano em abril – prevê que o incentivo seja restaurado de forma retroativa, com validade entre 01 de janeiro de 2014 e o final de 2015.
Embora comemore essa primeira vitória – o pacote ainda precisa ser aprovado pelo Senado o que deve acontecer já nos próximos dias –, a National Biodiesel Board (NBB) insiste em um acordo fiscal de longo prazo. "Apesar de apreciamos a prorrogação por um ano, estamos pedindo ao Congresso que continue pressionando por uma política de longo prazo, que possa oferecer a esse sector a segurança necessária para investir e crescer", disse Anne Steckel, vice-presidente de assuntos federais da NBB. "As usinas de biodiesel de todo o país estão prontas para expandir suas operações, contratar novos trabalhadores e construir novas infraestruturas, mas precisamos de um futuro para a política", ponderou a vice-presidente do NBB.
Anne salientou ainda que esta foi a quarta vez em seis anos que o incentivo fiscal concedido ao biodiesel e precisa ser renovado pelo Congresso.
Endosso
Além do NBB, outras entidades vinculadas ao setor de biodiesel, como a Associação Americana de Soja (ASA, na sigla original), têm se manifestado em prol de uma política mais estável para o biodiesel.
O presidente da ASA, Ray Gaesser, disse apoiar “a passagem da extensão de curto prazo, na ausência de uma solução mais duradoura da Casa”. Entretanto, solicita que a Câmara e o Senado dos EUA se unam no trabalho de estender esses incentivos fiscais a longo prazo.
A Organização de Biomassa de Algas (ABO, na sigla original) também requereu ao Congresso e à Casa Branca a negociação de uma política fiscal de longo prazo para os combustíveis renováveis. Isso porque, além do crédito fiscal para o biodiesel, o pacote aprovado pela ampla maioria dos deputados norte-americanos inclui a extensão do incentivo fiscal para produção de biocombustíveis de 2ª geração – os celulósicos e confeccionados à base de algas.
"As tecnologias à base de algas podem ajudar a fornecer toda a gama de combustíveis para transportes que usamos todos os dias. Mas para torná-las comercialmente disponíveis, a indústria precisa de regulamentos e políticas mais sólidas e previsíveis de Washington", argumentou Matt Carr, diretor-executivo da ABO.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Com informações Biodiesel Magazine e Biofuels Journal