No valor de US$ 1 para cada galão de biodiesel adicionado ao diesel fóssil, subsídio havia deixado ser pago no final de 2016.
A indústria de biodiesel dos Estados Unidos obteve uma vitória parcial na semana passada em sua batalha pelo reestabelecimento do incentivo fiscal no valor de US$ 1 para cada galão – cerca 3,78 litros – de biodiesel adicionado pelas distribuidoras ao óleo diesel convencional. O congresso norte-americano aprovou nesse sexta-feira (09) o pagamento retroativo dos créditos acumulados ao longo do ano passado.
A indústria de biodiesel dos Estados Unidos obteve uma vitória parcial na semana passada em sua batalha pelo reestabelecimento do incentivo fiscal no valor de US$ 1 para cada galão – cerca 3,78 litros – de biodiesel adicionado pelas distribuidoras ao óleo diesel convencional. O congresso norte-americano aprovou nesse sexta-feira (09) o pagamento retroativo dos créditos acumulados ao longo do ano passado.
Pela cotação do dólar de hoje (14), o incentivo equivaleria a R$ 0,86 por de biodiesel. No Leilão 59, o preço médio do litro de biodiesel recebido pelas usinas brasileiras foi de R$ 2,59.
A provisão para o pagamento do subsídio voltado à indústria de biodiesel foi incluída no cabo de guerra em torno da aprovação do orçamento norte-americano que opôs apoiadores e opositores do governo Trump na semana passada. Curiosamente, no entanto, a decisão já nasce expirada – o texto não mantém o incentivo nem este ano em nem nos próximos.
A decisão foi criticada pelos fabricantes de biodiesel dos EUA. “Estamos desapontados que alguns dos negociadores tenham impedido que a extensão [dos incentivos] cobrisse 2018”, reclamou Kurt Kovarik, vice-presidente da Associação Nacional do Biodiesel (NBB).
Os dados completos sobre a produção de biodiesel nos EUA no ano passado ainda não foram divulgados pela Administração de Informação em Energia (EIA), mas, até o terceiro trimestre, haviam sido fabricados 4,35 bilhões de litros.
Inconstante
A manutenção desse incentivo tem sido um dos maiores cavalos de batalha da indústria de biodiesel nos EUA. Embora a NBB pleiteie, há vários anos, que os incentivos sejam adotados como uma política de longo prazo, até hoje o congresso norte-americano tem preferido trabalhar no curto prazo.
Em mais de uma ocasião, os incentivos acabaram perdendo a validade deixando o setor em maus lençóis.
Antes da semana passada, a renovação mais recente havia acontecido no final de 2015 quando Washington aprovou o pagamento de créditos retroativos em 2015 e sua manutenção ao longo de 2016.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel dos Estados Unidos obteve uma vitória parcial na semana passada em sua batalha pelo reestabelecimento do incentivo fiscal no valor de US$ 1 para cada galão – cerca 3,78 litros – de biodiesel adicionado pelas distribuidoras ao óleo diesel convencional. O congresso norte-americano aprovou nesse sexta-feira (09) o pagamento retroativo dos créditos acumulados ao longo do ano passado.
Pela cotação do dólar de hoje (14), o incentivo equivaleria a R$ 0,86 por de biodiesel. No Leilão 59, o preço médio do litro de biodiesel recebido pelas usinas brasileiras foi de R$ 2,59.
A provisão para o pagamento do subsídio voltado à indústria de biodiesel foi incluída no cabo de guerra em torno da aprovação do orçamento norte-americano que opôs apoiadores e opositores do governo Trump na semana passada. Curiosamente, no entanto, a decisão já nasce expirada – o texto não mantém o incentivo nem este ano em nem nos próximos.
A decisão foi criticada pelos fabricantes de biodiesel dos EUA. “Estamos desapontados que alguns dos negociadores tenham impedido que a extensão [dos incentivos] cobrisse 2018”, reclamou Kurt Kovarik, vice-presidente da Associação Nacional do Biodiesel (NBB).
Os dados completos sobre a produção de biodiesel nos EUA no ano passado ainda não foram divulgados pela Administração de Informação em Energia (EIA), mas, até o terceiro trimestre, haviam sido fabricados 4,35 bilhões de litros.
Inconstante
A manutenção desse incentivo tem sido um dos maiores cavalos de batalha da indústria de biodiesel nos EUA. Embora a NBB pleiteie, há vários anos, que os incentivos sejam adotados como uma política de longo prazo, até hoje o congresso norte-americano tem preferido trabalhar no curto prazo.
Em mais de uma ocasião, os incentivos acabaram perdendo a validade deixando o setor em maus lençóis.
Antes da semana passada, a renovação mais recente havia acontecido no final de 2015 quando Washington aprovou o pagamento de créditos retroativos em 2015 e sua manutenção ao longo de 2016.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com