A indústria de biodiesel dos Estados Unidos teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito. A produção total das usinas norte-americanas ao longo dos primeiros seis meses do ano cresceu mais de 21% em relação ao ano passado. Os dados foram divulgados recentemente pela Administração de Informação em Energia (EIA) do governo norte-americano.
A indústria de biodiesel dos Estados Unidos teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito. A produção total das usinas norte-americanas atingiu a marca de 2,72 bilhões de litros ao longo dos primeiros seis meses do ano. Os dados foram divulgados recentemente pela Administração de Informação em Energia (EIA) do governo norte-americano.
Esse é – de longe – o melhor resultado para o período em todo o histórico do EIA, superando em mais de 21% o resultado obtido ao longo do primeiro semestre de 2015 – que tinha o recorde com 2,24 bilhões de litros. Em termos de produção.
Meta
O bom desempenho das usinas dos EUA não chega a ser completamente inesperado.
Primeiro porque no final do ano passado a Agência de Proteção Ambiental (EPA) havia fixado a meta a meta para o uso de biodiesel do Renewable Fuel Standard (RSF) em praticamente 7,2 bilhões de litros.
Além disso, o RSF abre espaço para que outros 430 milhões de litros de biodiesel sejam comercializados dentro da meta para “biocombustíveis avançados”. Com isso, o mercado potencial chega a 7,62 bilhões de litros. Ou seja, o ritmo de produção das usinas norte-americanas está até abaixo do que seria esperado para o atendimento da demanda.
Não bastasse esse impulso, a indústria recebeu um segundo empurrão graças à renovação do incentivo fiscal de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel convencional.
O incentivo deve continuar ativo até o final do ano. Há conversas no Senado dos EUA para a reforma desse subsídio.
Importação
Para conseguir atingir as metas, as petroleiras dos Estados Unidos estão importando grandes volumes de biodiesel. Foram 718,2 milhões de litros só nos últimos seis meses – crescimento de 90,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Esse movimento em relação ao mercado externo tem beneficiado principalmente a Argentina que, no ano passado, teve seu acesso ao mercado dos norte-americano facilitado pela EPA. Graças a isso, nossos vizinhos se tornaram o maior fornecedor de biodiesel para os EUA.
E, considerando o desempenho dos fabricantes argentinos nos últimos meses, tudo leva a crer eles repetirão o feito.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A indústria de biodiesel dos Estados Unidos teve um primeiro semestre para ninguém botar defeito. A produção total das usinas norte-americanas atingiu a marca de 2,72 bilhões de litros ao longo dos primeiros seis meses do ano. Os dados foram divulgados recentemente pela Administração de Informação em Energia (EIA) do governo norte-americano.
Esse é – de longe – o melhor resultado para o período em todo o histórico do EIA, superando em mais de 21% o resultado obtido ao longo do primeiro semestre de 2015 – que tinha o recorde com 2,24 bilhões de litros. Em termos de produção.
Meta
O bom desempenho das usinas dos EUA não chega a ser completamente inesperado.
Primeiro porque no final do ano passado a Agência de Proteção Ambiental (EPA) havia fixado a meta a meta para o uso de biodiesel do Renewable Fuel Standard (RSF) em praticamente 7,2 bilhões de litros.
Além disso, o RSF abre espaço para que outros 430 milhões de litros de biodiesel sejam comercializados dentro da meta para “biocombustíveis avançados”. Com isso, o mercado potencial chega a 7,62 bilhões de litros. Ou seja, o ritmo de produção das usinas norte-americanas está até abaixo do que seria esperado para o atendimento da demanda.
Não bastasse esse impulso, a indústria recebeu um segundo empurrão graças à renovação do incentivo fiscal de US$ 1 por galão de biodiesel misturado ao diesel convencional.
O incentivo deve continuar ativo até o final do ano. Há conversas no Senado dos EUA para a reforma desse subsídio.
Importação
Para conseguir atingir as metas, as petroleiras dos Estados Unidos estão importando grandes volumes de biodiesel. Foram 718,2 milhões de litros só nos últimos seis meses – crescimento de 90,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Esse movimento em relação ao mercado externo tem beneficiado principalmente a Argentina que, no ano passado, teve seu acesso ao mercado dos norte-americano facilitado pela EPA. Graças a isso, nossos vizinhos se tornaram o maior fornecedor de biodiesel para os EUA.
E, considerando o desempenho dos fabricantes argentinos nos últimos meses, tudo leva a crer eles repetirão o feito.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com