O biodiesel ficou até 3,5% mais barato na Argentina no mês de junho, a queda foi anunciada ontem (22) pelo Ministério de Energia e Mineração do país vizinho e encerra uma sequência de sete altas consecutivas durante as quais o biocombustível chegou a se valorizar até 84,2% – puxado principalmente pela desvalorização do peso frente ao dólar promovida logo depois da eleição de Maurício Macri.
O biodiesel ficou até 3,5% mais barato na Argentina no mês de junho, a queda foi anunciada ontem (22) pelo Ministério de Energia e Mineração do país vizinho e encerra uma sequência de sete altas consecutivas durante as quais o biocombustível chegou a se valorizar até 84,2% – puxado principalmente pela desvalorização do peso frente ao dólar promovida logo depois da eleição de Maurício Macri.
Segundo a tabela publicada pelo ministério, as distribuidoras de combustíveis precisam entre 11.849,21 e 9.159,95 pesos por tonelada de biodiesel que adquirirem – o governo argentino estabelece cinco faixas de preço para o biocombustível com preços maiores para as pequenas usinas e as grandes fabricantes integradas obrigadas a aceitarem um valor mais baixo.
Entre maio e junho, a queda no preço do biodiesel atingiu mais fortemente as grandes usinas com uma contração de 3,5% já as pequenas tiveram seus preços reduzidos em pouco menos que 2,6%. Contudo, se olharmos para o histórico de remarcações desde novembro de 2015 – quando a sequência de altas foi iniciada – até agora, o produto das grandes usinas foi o que mais se valorizou com 77,7% enquanto, nas pequenas, o avanço ficou abaixo de 68,8%.
Exportação
Enquanto os preços do mercado interno caem, as tarifas de exportação ficaram virtualmente paradas desde a última atualização da tabela de referência em abril.
O imposto para exportação de junho voltou para 3,6%, valor idêntico ao de abril. Em maio o imposto era de 6,4%.
A indústria de biodiesel da Argentina vem experimentando altos e baixos nos últimos anos. Especialmente desde que foi praticamente banida do mercado Europeu ainda em 2013. Nos últimos meses, o segmento parece estar se preparando para uma outra retomada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O biodiesel ficou até 3,5% mais barato na Argentina no mês de junho, a queda foi anunciada ontem (22) pelo Ministério de Energia e Mineração do país vizinho e encerra uma sequência de sete altas consecutivas durante as quais o biocombustível chegou a se valorizar até 84,2% – puxado principalmente pela desvalorização do peso frente ao dólar promovida logo depois da eleição de Maurício Macri.
Segundo a tabela publicada pelo ministério, as distribuidoras de combustíveis precisam entre 11.849,21 e 9.159,95 pesos por tonelada de biodiesel que adquirirem – o governo argentino estabelece cinco faixas de preço para o biocombustível com preços maiores para as pequenas usinas e as grandes fabricantes integradas obrigadas a aceitarem um valor mais baixo.
Entre maio e junho, a queda no preço do biodiesel atingiu mais fortemente as grandes usinas com uma contração de 3,5% já as pequenas tiveram seus preços reduzidos em pouco menos que 2,6%. Contudo, se olharmos para o histórico de remarcações desde novembro de 2015 – quando a sequência de altas foi iniciada – até agora, o produto das grandes usinas foi o que mais se valorizou com 77,7% enquanto, nas pequenas, o avanço ficou abaixo de 68,8%.
Exportação
Enquanto os preços do mercado interno caem, as tarifas de exportação ficaram virtualmente paradas desde a última atualização da tabela de referência em abril.
O imposto para exportação de junho voltou para 3,6%, valor idêntico ao de abril. Em maio o imposto era de 6,4%.
A indústria de biodiesel da Argentina vem experimentando altos e baixos nos últimos anos. Especialmente desde que foi praticamente banida do mercado Europeu ainda em 2013. Nos últimos meses, o segmento parece estar se preparando para uma outra retomada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com