A demanda de biodiesel contabilizada pelo governo da Alemanha para o primeiro trimestre de 2017, recuou 8,5% em relação ao mesmo período de 2016.
O mercado de biodiesel da Alemanha não iniciou o ano de 2017 em sua melhor forma. A demanda contabilizada pelo Escritório Federal para Assuntos Econômicos e Controle de Exportações (Bafa, na sigla original) totalizou 491,2 mil toneladas de biocombustíveis no primeiro trimestre (1T) do ano – os dados do governo alemão não distinguem entre biodiesel e óleo vegetal hidrotratado.
O mercado de biodiesel da Alemanha não iniciou o ano de 2017 em sua melhor forma. A demanda contabilizada pelo Escritório Federal para Assuntos Econômicos e Controle de Exportações (Bafa, na sigla original) totalizou 491,2 mil toneladas de biocombustíveis no primeiro trimestre (1T) do ano – os dados do governo alemão não distinguem entre biodiesel e óleo vegetal hidrotratado.
Esse volume representa uma queda de 8,5% em relação ao volume consumido no 1T do ano passado quando a demanda chegou a 536,9 mil toneladas.
Já o mercado de biocombustíveis puros ficou praticamente estável nesse mesmo periodo, com as vendas de B100 zeradas e o uso automotivo de óleo vegetal empatada em 2,6 mil toneladas tanto no trimestre mais recente quanto no do ano anterior.
Esses resultados acontecem mesmo com o consumo de diesel em expansão. Os alemães usaram 9,33 milhões de toneladas do derivado entre janeiro e março o que representa uma expansão de 7,4% do mercado em relação ao começo do ano retrasado.
O nível de mistura de biocombustíveis no ficou em cerca de 5,3%. Esse é o pior resultado para um primeiro trimestre e o quarto pior resultado trimestral em todo o histórico mantido pelo Bafa desde 2007.
Melhora
Apesar dos sinais de fraqueza, houve uma pequena melhora nos resultados da indústria em relação ao último trimestre de 2016, revertendo uma queda que já se prolongava por três trimestres.
Entre outubro e dezembro do ano passado e o primeiro trimestre deste, a demanda do biocombustível usando em misturas cresceu 2,4%.
No final do ano passado, os biocombustíveis representaram 5,1% do diesel consumido na Alemanha.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O mercado de biodiesel da Alemanha não iniciou o ano de 2017 em sua melhor forma. A demanda contabilizada pelo Escritório Federal para Assuntos Econômicos e Controle de Exportações (Bafa, na sigla original) totalizou 491,2 mil toneladas de biocombustíveis no primeiro trimestre (1T) do ano – os dados do governo alemão não distinguem entre biodiesel e óleo vegetal hidrotratado.
Esse volume representa uma queda de 8,5% em relação ao volume consumido no 1T do ano passado quando a demanda chegou a 536,9 mil toneladas.
Já o mercado de biocombustíveis puros ficou praticamente estável nesse mesmo periodo, com as vendas de B100 zeradas e o uso automotivo de óleo vegetal empatada em 2,6 mil toneladas tanto no trimestre mais recente quanto no do ano anterior.
Esses resultados acontecem mesmo com o consumo de diesel em expansão. Os alemães usaram 9,33 milhões de toneladas do derivado entre janeiro e março o que representa uma expansão de 7,4% do mercado em relação ao começo do ano retrasado.
O nível de mistura de biocombustíveis no ficou em cerca de 5,3%. Esse é o pior resultado para um primeiro trimestre e o quarto pior resultado trimestral em todo o histórico mantido pelo Bafa desde 2007.
Melhora
Apesar dos sinais de fraqueza, houve uma pequena melhora nos resultados da indústria em relação ao último trimestre de 2016, revertendo uma queda que já se prolongava por três trimestres.
Entre outubro e dezembro do ano passado e o primeiro trimestre deste, a demanda do biocombustível usando em misturas cresceu 2,4%.
No final do ano passado, os biocombustíveis representaram 5,1% do diesel consumido na Alemanha.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com